7/10/2009

Se a Dilma Ganhar, É Melhor Aprender a Se Arrumar

from reflectionof.me

See and download the full gallery on posterous

Posted via email from mandaba.la

5/13/2009

Essa Imagem Dá Uma Nova Perspectiva ao Termo "Cabeça Gorda"

Fantástico, tem que estar muito chapado mesmo.

Posted via web from dutra's posterous

4/20/2009

O BLOG MUDOU DE LUGAR

A PARTIR DE ABRIL DE 2009, O BLOG DO PENSANDO MARKETING ESTÁ DENTRO DO PRÓPRIO SITE: http://www.pensandomarketing.com

4/11/2009

Geração Tecnologia

Para quem acha que a nova geração é tão superior tecnologicamente que nós...

12/18/2008

Neve em Las Vegas - Aquecimento Global ?

No mesmo dia em que foi anunciado que 2008 foi o ano mais frio do século (até então era 2007), aparece essa foto de Las Vegas, um forno no deserto, totalmente sob a neve. Os EUA estão sofrendo um dos invernos mais rigorosos das últimas décadas. Como o Sol entrou em um período de ausência de manchas, significando um esfriamento da Terra, o pessoal da ONU e os globalistas precisam correr para aprovarem o imposto do carbono, para colocarem a coleira na gente de vez, antes que a mentira deles seja enterrada sob uma montanha de neve. http://edition.cnn.com/2008/US/weather/12/18/vegas.snow/index.html

12/12/2008

Mais Cientistas Contra a Farsa do Aquecimento Global

Na verdade, o Sol, que é o verdadeiro causador dos ciclos de aquecimento, está com atividade de manchas solares mínima, significando que vem resfriamento por aí. O pessoal da ONU vai correr para aprovar esse imposto sobre o CO2 antes disso, nos colocando uma coleira no pescoço. O que isso tem a ver com marketing? Sob um regime de escravidão econômica, não existirá marketing, simples assim. A não ser que consideremos propaganda política a la Goebbles como tal. artigo do: http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/content/terra-pode-estar-esfriando Evidências e divergências

Glaciólogo e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Jefferson Cárdia Simões acrescenta que, além de analisar o modelo de desenvolvimento, o debate sobre mudanças climáticas não pode deixar de levar em consideração o ciclo natural do planeta. “Uma das grandes questões científicas atuais é separar o que é do quadro natural da variabilidade do clima e o que é resultante da interferência humana. Então, a pergunta é a seguinte: até que ponto a ação humana está influenciando essas mudanças em um grau além do que é esperado?”.

Ele faz uma ressalva importante sobre o tom alarmista do tema: “A ciência não é perfeita e nem pode ser apresentada como tal. O IPCC faz previsões e é arriscado tratá-las como verdades absolutas, pois se elas não ocorrerem, o público pode deixar de acreditar na ciência e deixar de acreditar que é preciso ter uma reformulação de valores, de cultura de um padrão de desenvolvimento”, complementa.

Ildo Sauer, professor titular de energia da Universidade de São Paulo e ex-diretor da Petrobras, vai além dos debates científicos. Em uma longa colaboração para a revista Retrato do Brasil de setembro de 2007 (PDF 2.011 KB - Baixar Arquivo) – uma edição com várias críticas sobre a questão do aquecimento global –, ele ressalta: “A lei do universo é a mudança. Persistem ainda dúvidas científicas razoáveis sobre a magnitude e mesmo a direção de fatores naturais e antropogênicos que afetam o clima. Então, o debate científico profundo deve continuar. Mas, mais quente ou mais fria, com intensificação ou redução do ciclo hidrológico, das correntes marítimas, da elevação do nível do mar, a questão maior continua sendo política. Como organizar a produção, como reparti-la socialmente, entre as classes sociais, dentro dos países, entre os países, e qual o papel do Estado”.

Já o chefe do Instituto de Ciências Atmosféricas da Universidade Federal de Alagoas, professor Luiz Carlos Molion, é enfático: “Não é verdade que a Terra esteja aquecendo devido às atividades humanas”. Ele diz que a queima de combustíveis causada pelas atividades industriais e de transportes não é suficiente para interferir no clima global. Além disso, defende que o planeta parou de se aquecer em 1998.

“Aquecimento e resfriamento são eventos cíclicos: há períodos em que o planeta esfria e outros em que se aquece. Portanto, com base em dados, e não em simulações e modelos de clima, que são imperfeitos, a maior probabilidade é que volte a ficar frio agora e que nesses próximos 15 ou 20 anos a temperatura global diminua cerca de 0,2 graus centígrados”, explica Molion.

Ele vai além e lembra que no fim dos anos 40, já no período pós-guerra, começou um resfriamento. “Justamente quando houve aumento da atividade industrial, época em que a globalização começou. Ou seja, essa contradição nos faz concluir que a queima de combustíveis fósseis não provoca aquecimento do planeta”.

Apesar de rebater a tese do aquecimento global antropogênico, Molion destaca a importância da mudança da relação do ser humano com a natureza. “O que estou afirmando não justifica o fato de termos uma cultura de desenvolvimento predatória. A conservação do planeta é necessária, mas não com a justificativa das mudanças climáticas”.

Em tom mais provocativo, José Carlos de Almeida Azevedo, doutor em física pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA) e ex-reitor da Universidade de Brasília, é categórico: “Há quase 20 anos o IPCC patrocina a novela do aquecimento global. Não há nenhuma prova de que o CO2 é responsável pelas mudanças climáticas, mas é certo que o Sol e a água (nuvens, vapor d'água, cristais de gelo) condicionam a temperatura e o clima na Terra. O IPCC e seus 2.500 'cientistas', porém, culpam o CO2”. CO2

Ele diz que o CO2 lançado na atmosfera pelos combustíveis fósseis é irrisório em relação a emissões de outras origens. Na respiração animal, são emitidos 60 Gt/ano (bilhões de toneladas por ano); nos oceanos, 90 Gt/ano; na queima de combustíveis fósseis, 5,5 Gt/ano; na queimada de florestas, 1,6 Gt/ano; pela vegetação (fotossíntese), 61,4 Gt/ano. Além disso, o CO2 emitido não permanece eternamente na atmosfera, mas é reabsorvido pelos oceanos em cerca de 92Gt/ano. CO2

Já o professor de Economia da USP, José Eli da Veiga, e o mestrando em desenvolvimento econômico pela UNICAMP, Petterson Vale, no artigo Baixaria sobre o Aquecimento Global, publicado na Folha de S. Paulo de 25/09/08, apresentam uma contra-argumentação mais do que razoável: independentemente ou não da concordância em torno das causas e da dimensão das mudanças climáticas, não deveria ser uma política pública global a redução da matriz fóssil em função de todos os problemas – geopolíticos, de saúde pública, etc. – gerados por esse tipo de combustível, inclusive seu potencial esgotamento nos próximos anos?

O IPCC não-governamental As posições de Azevedo e outros críticos das mudanças climáticas bebem, em muitos momentos, da mesma fonte: o documento Nature, Not Human Activity, Rules the Climate: Summary for Policymakers of the Report of the Nongovernmental International Panel on Climate Change (Natureza, Não Atividades Humanas, Regulam o Clima: Resumo para Tomadores de Decisão do Relatório do Painel Não-Governamental sobre Mudanças Climáticas) (PDF 2.241 KB - Baixar Arquivo), editado pelo cientista S. Fred Singer, presidente do Science and Environmental Policy Project e pelo instituto The Heartland.

Ainda que o paper traga contrapontos fortemente contundentes e baseados na revisão da literatura científica publicada em periódicos com os sistemas de revisão pelos pares, é fundamental salientar que, de acordo com o relatório Smoke, Mirrors & Hot Air: How ExxonMobil Uses Big Tobacco’s Tactics to Manufacture Uncertainty on Climate Science (Fumaça, Espelhos & Ar Quente: Como a ExxonMobil Usa as Táticas das Grandes Companhias de Tabaco para Fabricar Incertezas sobre a Ciência do Clima) (PDF 1.755 KB - Baixar Arquivo), lançado pela Union of Concerned Scientists em 2007, tanto S. Fred Singer quanto o Science and Environmental Policy Project e o instituto The Heartland foram fortemente financiados pela ExxonMobil entre 1998 e 2005. O instituto The Heartland, por exemplo, recebeu no período, ainda de acordo com a publicação da Union of Concerned Scientists, a soma de US$ 561.500. O Science and Environmental Policy Project teria recebido, no mesmo período, US$ 20.000.

Feitas essas considerações, vale sublinhar que os autores desse relatório, o qual, repetimos, tem sido utilizado na exposição de contrapontos à agenda das mudanças climáticas mundo afora, se colocam como um foco de divergência ao trabalho produzido pelo IPCC.

Segundo eles, os resultados alcançados pelo IPCC seriam pré-determinados, visto que a missão do Painel das Nações Unidas seria justamente provar que as mudanças climáticas são causadas por fatores antropogênicos. Adicionalmente, lançam dúvidas em relação à independência do resultado final do trabalho do IPCC, diante do fato de que os sumários do Painel são amplamente debatidos e revisados pela diplomacia dos países membros da Organização.

A despeito de suas conexões pouco convencionais, os autores do assim chamado NIPCC não estão sozinhos nessa reflexão. Em entrevista à já mencionada edição da revista Retrato do Brasil, a atual secretária de Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Suzana Kahn, que foi membro do IPCC, afirma que “a forma para chegar ao consenso [no âmbito do IPCC] é tornar as afirmações mais 'flexíveis'. Nada é dito assim: isso vai acontecer. Fala-se: é provável, é muito provável. Provável quer dizer mais de 66% de probabilidade. Muito provável é mais de 90%. Quando aparece algo que vai contra a maioria, aí se diz, ‘existe um nível baixo de evidência’.”

O físico Luiz Pinguelli Rosa, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na mesma edição da revista Retrato do Brasil, acrescenta ressalvas ao trabalho do IPCC. Segundo a revista, na visão de Pinguelli, “os relatórios do IPCC apontam sempre que a solução dos problemas está no mercado”. Para ele, “não há nenhuma maneira de isso acontecer. O mercado conduziu a essa situação e não vai resolvê-la. Vai ser a intervenção do Estado e, mais que isso, a intervenção de níveis supra-estatais, como a ONU, com tratados mundiais, que indicarão as soluções".

As principais críticas discutidas no documento gerado pelo NIPCC são as seguintes:

  1. São muito fracas as evidências de que as causas do aquecimento atual sejam antropogênicas.
  2. Complementarmente, são mais fortes as evidências de que as causas sejam naturais.
  3. Modelos de computador não são guias confiáveis para a compreensão das condições climáticas futuras.
  4. As informações sobre o aquecimento dos oceanos estão sendo incorretamente utilizadas para sugerir impactos causados por atividades antropogênicas. O papel dos gases de efeito estufa no aumento do nível dos oceanos é amplamente desconhecido.
  5. A compreensão do inventário atmosférico de dióxido de carbono é incompleta.
  6. Maiores concentrações de CO2 são mais provavelmente benéficas à vida animal e vegetal e para a saúde humana do que menores concentrações.
  7. Os efeitos econômicos de um aquecimento modesto são mais provavelmente positivos do que negativos.

Para sustentar o seu ponto central – a suposta ausência de evidências que garantissem a explicação de que a causa do aquecimento é sobretudo antropogênica –, os autores do relatório do auto-denominado NIPCC argumentam que:

  • A evidência de que há aquecimento, não poderia ser utilizada como prova de que ele é advindo de causas antropogênicas.
  • A correlação entre temperatura e níveis de dióxido de carbono seria fraca.
  • Modelos de computador não estariam fornecendo evidências de que o aquecimento é antropogênico.
  • Os registros globais de temperatura não seriam confiáveis.
  • O aquecimento global anterior a 1940 seria derivado de causas não antropogênicas.
  • O papel do sol no aquecimento não poderia mais ser negligenciado.

Cientista Denuncia a Farsa do CO2 venenoso

Vejam uma voz da razão em meio à histeria e a propaganda: Molion não é um joão-ninguém, mas um cientista brasileiro respeitado e de sucesso. Assim como ele, milhares de cientistas estão sendo desprezados por falarem a verdade, que essa história de o CO2 que respiramos destruir o planeta é mentira para criarem um imposto sobre o carbono, um imposto sobre a VIDA, para nos escravizar de vez.

Artigo do Portal Meio Ambiente

__________________________________________________________________

O aquecimento global não passa de uma farsa montada por grandes grupos financeiros que dominam a economia mundial. E mais: não há indícios científicos que comprovem essa teoria. Ao invés de aquecimento, o planeta começou a entrar numa fase de resfriamento, que deve durar 20 anos. Essas polêmicas idéias são defendidas pelo doutor em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (EUA), o brasileiro Luiz Carlos Baldicero Molion, representante da América Latina junto à Organização Meteorológica Mundial. Molion não teme represálias por defender uma idéia que garante ser produto de profundos estudos e afirma que os alarmistas de plantão montaram uma fraude científica cujo objetivo principal seria eleger o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore para a presidência dos Estados Unidos. Gore ganhou no mês passado o Prêmio Nobel da Paz por sua luta contra o aquecimento global. Para o brasileiro, o aquecimento global acabou em 1998. O termômetro da temperatura global é o oceano Pacífico, que ocupa 35% da superfície terrestre. Ele passa 30 anos aquecendo suas águas e outros 30, resfriando. De 1977 a 1998, o oceano esteve mais quente. Esse período coincide com o aumento da temperatura média do planeta. Mas, desde 1999, o Pacífico dá sinais de que está esfriando. Como o sol também vai produzir menos energia, a conclusão de Molin é uma só:

– Nos próximos 20 anos acontecerá o período de resfriamento da Terra.

A prova de que esse resfriamento já está chegando, conforme o pesquisador, foi que no sul do Brasil e da América do Sul, o inverno foi extremamente rigoroso entre os meses de julho e agosto passado.

Em relação ao consumo de petróleo e à queima de combustíveis fósseis no ar, o Brasil é o 16º colocado, porque grande parte do nosso consumo de energia sai de hidrelétricas. Mas, se o país adicionar a isso a queima de florestas saltamos para o quarto lugar. Entretanto, segundo Molin, mesmo com a destruição de 20 mil quilômetros quadrados por ano de florestas na Amazônia, cerca de dois milhões de hectares, ainda assim a região lança na atmosfera 300 milhões de toneladas de gás carbônico, e não 600 milhões como afirmam entidades internacionais.

– Estou comparando o que homem lança na atmosfera com os ciclos da natureza. Se eu pegar os oceanos, os pólos e mais a vegetação do planeta, isto soma um total de 200 bilhões de toneladas de carbono por ano que saem desses reservatórios naturais. O homem coloca no ar seis bilhões de toneladas. Seriam 3% da contribuição humana nisso que muitos cientistas chamam de aquecimento global – avalia.

12/01/2008

Melhor Livro de Marketing do Ano

Este não é oficialmente um livro de marketing, mas com certeza é o melhor livro para aprender sobre marketing que li neste ano: "Stuff White People Like", de Christian Lander. De marketing e de sociologia, cultura, antropologia, etc. O autor coleciona mais de 100 tópicos para que o leitor (supostamente alguém que não é branco ou americano) possa ser aceito e até mesmo se dar bem com os brancos. Na verdade, os tais brancos são os americanos liberais, politicamente corretos e cultos das grandes cidades como Boston ou San Francisco, e não, de jeito nenhum, os brancos do sul ou os conservadores. A escolha do target é eficiente porque é este o grupo que lidera as novas modas e manias nos EUA. No Brasil, a equivalência seria a classe média alta das capitais, especialmente os jovens muito (mas muito mesmo) "antenados" no que acontece pelo mundo. É difícil a gente não se identificar com pelo menos umas duas dúzias de modismos e não passar vergonha. De comprar alimentos orgânicos a colar adesivo da Apple no carro, o livro é uma risada só do começo ao fim. Não dá para escapar da conclusão que somos todos consumistas, hipócritas e fixados mais na imagem que no conteúdo. Fica mais fácil encarar essa realidade com humor. Confira uma prévia no blog: http://www.stuffwhitepeoplelike.com/

2/11/2008

Aquecimento Global é causado pelo Sol

Estamos sob a maior campanha de propaganda jamais feita. O objetivo é criar medo na população e criar maneiras de controlar e taxar a produção de todo o mundo, sob a tutela da ONU. Adeus soberania, adeus desenvolvimento. Não existe nenhuma prova científica que o CO2 que expiramos seja maléfico ou esteja cauusando qualquer aquecimento. Agora, eles colocam o Bono para fazer propaganda e as pessoas engolem sem nem pesquisar absolutamente nada sobre o assunto, mesmo sendo uma questão que pode determinar se você vai pagar um imposto para ligar seu carro ou se fábricas onde seus filhos vão trabalhar serão fechadas. Isso para não falar na fome nos países da África e Asia. Vamos acordar.

Analyzing Global-warming Science

Created 2008-02-18 06:00

Interview of Dr. Arthur Robinson by William F. Jasper

Dr. Arthur Robinson is a professor of chemistry and is cofounder of the Oregon Institute of Science and Medicine, which was created in 1980 to conduct basic and applied research in subjects applicable to increasing the quality, quantity, and length of human life. As part of his work, he edits the newsletter Access to Energy.

Dr. Robinson, in collaboration with other scientists, was one of the early critics of doomsday global-warming theories. He has authored articles and created video presentations demonstrating that the hypothesis of human-caused global warming is wrong, showing that the hypothesis is not supported by the observable evidence. To come to this conclusion, Professor Robinson and his colleagues brought together the findings of hundreds of peer-reviewed studies about all aspects of the global-warming hypothesis.

Article Continues Below↓

THE NEW AMERICAN: Flip on any channel, open any newspaper or magazine, and it’s clear we are being bombarded with the message that the Earth is warming. Is there any merit to this claim?

Dr. Arthur Robinson: Yes, but the temperature is only going up 0.5° C per century. Moreover, this increase is not being caused by human activity.

TNA: Those who blame mankind for causing global warming would respond to that point by saying that the Earth is the warmest it’s been in 400 years, and that’s significant.

Dr. Robinson: They’re right, but they only show you the data from the last 400 years. If the data for a longer time interval is considered, temperatures today are seen to be not especially warm. The current temperature is about average for the past 3,000 years. It was much warmer during the Medieval Climate Optimum 1,000 years ago (see Figure 1). The climate, as we know from historical records, was just fine during that warm period. In fact, it was a little better. So, yes, it is the warmest in 400 years.

Moreover, the temperature, which is going up very slowly, is correlated with the sun’s activity, not hydrocarbon use (see Figure 3).

TNA: Those same people would say that science has spoken, that CO2 is the cause. What do you say?

Dr. Robinson: Gore, et al., tell us that CO2 is a pollutant, and that humans have caused this terrible problem. But actually the atmosphere contains lots of carbon dioxide. Carbon dioxide, water, and oxygen are required for life. Without these substances in the atmosphere, life would not be possible. All of the carbon in our bodies originates as atmospheric carbon dioxide. Plus, we’re only adding moderately and temporarily to CO2 levels. Carbon dioxide moves through the atmosphere on its way to the oceans and biosphere. Human use has caused a transient increase during the past century — from about 0.03 percent to 0.04 percent of atmospheric molecules. Man is producing about 8 gigatons per year, and yet there are 40,000 gigatons in the biosphere and oceans.

TNA: Which come from?

Dr. Robinson: Which are just there — created as part of nature. Between 1880 and 1890, the level of CO2 in the atmosphere was about 295 ppm [parts per million]. For comparison, this office right now is rising toward 1,000 ppm because we’re all exhaling carbon dioxide.

The human-caused increase in the atmosphere is not permanent, but temporary. This increase is only being maintained by our production and, as soon as we stop producing at some later time when our technology advances, it will go back to its naturally controlled level.

When we use hydrocarbons, the resulting carbon dioxide goes through the atmosphere on its way to the oceans and biosphere, so there is a rise in the atmosphere. Carbon dioxide has a very short half-time of about seven years in the atmosphere. However, while it is in higher concentration, it is wonderful for us because it makes our plants grow faster, which markedly increases the amounts and diversity of plant and animal life.

TNA: Al Gore also says that the UN’s IPCC has spoken, and the debate is over, because there is a consensus. What do you say to that?

Dr. Robinson: Right now the UN claims that they have about 2,500 people involved in this and about 600 scientists seriously involved. This is what Al Gore would point to today.

We have more than 22,000 scientist signers of our global-warming petition who’ve looked at the issue and concluded essentially the opposite of these United Nations people. This says nothing about the science. Science does not depend on polling. Just because we have 22,000, and the UN may have 600, does not matter. The only thing our petition demonstrates is that there is no consensus among scientists in support of the UN claims.

Scientific questions are never settled in this way. Science is about natural truth. The truth doesn’t require any advocate. It stands by itself.

In science, a scientist may discover the truth about something. Then he develops a hypothesis, and the hypothesis is tested by various means. So long as the hypothesis passes experimental tests, it becomes stronger and is further relied upon — unless it fails an experimental test. If it is a very fine hypothesis with wide utility, it may spread throughout the entire scientific community and become part of the basis of scientific knowledge. The process by which this is done is not what is important. The truth is important. Scientific truth is not determined by polling or by convening meetings.

TNA: But when looking at the pronouncements of the United Nations — IPCC and the media, the average viewer would be led to believe that they’ve figured global warming out.

Dr. Robinson: Climate science is a very primitive science. The atmosphere is a complicated system, somewhat similar to human biochemistry. We know some things, but we don’t know most of the needed facts. As you know, climatologists have trouble predicting the weather a week or two in advance. They surely cannot predict climate many years in the future.

There are some very fine scientists, like Richard Lindzen at MIT, who work on the details of climate theory and attempt to understand the atmosphere in detail. They are inching forward toward the eventual solution of this very complex system. Today, this system can only be evaluated empirically because it is not yet understood. We can show that the hypothesis of human-caused global warming is false, however, because we have enough empirical data to falsify this hypothesis. Human-caused global warming is a hypothesis that has failed so many experimental tests that it is clearly without merit.

TNA: To the average person, those IPCC reports look very authoritative, very intimidating. It looks to us like a battle between two sides of experts. How do we know whom to believe?

Dr. Robinson: First, just because the UN has spent an enormous amount of money to convene meetings of 600 mostly self-interested people — many of whom are receiving research grants and other perks for participating — to try to determine something that isn’t knowable with current data and techniques, and produce a report, proves nothing.

Moreover, many of these 600 disagree with the conclusions that the UN-IPCC advertises. The scientists are never allowed to approve or disapprove the final report, and many of the comments that they submit for publication in the report are rejected by UN bureaucrats.

First, the report that is initially released to the public by the UN-IPCC is an executive summary put together by a handful of people including bureaucrats, politicians, UN operatives, and a few scientists. They issue a summary report with UN propaganda in it. They then go back to the reports of the 600 scientists and insert sentences into those reports so that they will conform to the summary.

At no time in this process do the 600 ever vote approval or disapproval of their own report or of the summary report. So this report is not even approved by the people who are claimed to have authored it. This is a fraudulent process.

TNA: Don’t they use the same set of data as you do?

Dr. Robinson: Yes, for the most part. Except that they often unethically omit that part of the data that does not agree with their hypothesis. They pick the parts of the data that favor their conclusion and discard the rest.

If you play with the data, you can falsify with it. So the UN is picking parts of the data. We are considering it all.

TNA: Scientists who are not intimidated to speak out about this are typically charged by the enviros as being paid by the oil companies.

Dr. Robinson: Well, we’ve never been fortunate enough to receive any money from them, and I mean in any way, personally, professionally in our laboratory, or anything. We have never received a dime from anybody who has a specific economic interest in this issue. However, UN power to control and ration world energy — the real goal of their activities — would have a terrible, negative impact on the lives of all Americans. In that sense, all of our supporters have an economic interest.

TNA: Al Gore also makes a big deal about glacier recession.

Dr. Robinson: But he only shows the data for the limited time intervals that seem to support his claims. Here is the world glacier curve (see Figure 2) based on an average of all the world’s glaciers for which there are good records. Some glaciers are actually increasing, but on average the glaciers are decreasing — toward the more normal lengths that are typical of long-term average world temperatures. This curve is offset by 20 years because there is about a 20-year lag between the temperature increase and the shortening of the glaciers.

So the temperature increase reflected in the glacier lengths begins in about 1800. The glaciers have been shortening for 200 years. They started shortening a century before significant amounts of CO2 were produced by human activity. Notice also that the shortening is linear. Hydrocarbon use increased six-fold and the glacier melting rate did not change at all.

The glaciers started shortening long before we were using significant amounts of hydrocarbons, and, when we increased our use by six-fold, the shortening rate did not change. Therefore, human hydrocarbon use is evidently not the cause of glacier shortening or the mild natural temperature increase that is causing that shortening.

TNA: So what is causing the Earth to warm?

Dr. Robinson: A good clue is contained in data showing arctic air temperature vs. solar activity (see Figure 3). There is a good correlation. Surface temperature vs. solar activity data also correlates well (see Figure 4).

TNA: What about Gore’s demonstration in his movie, with those very large graphs, that CO2 tracks right along with temperature and is, therefore, the cause of that warming?

Dr. Robinson: In those curves, the temperature goes up before the CO2 and goes down before the CO2. The CO2 lags the temperature. And the reason it does is that the CO2 rise is caused by the temperature rise rather than vice versa. As temperatures rise, carbon dioxide is released from the oceans, just as the carbon dioxide is released from soft drinks when their temperature rises. Gore shows the curves with poor resolution, so that this cannot be seen by the viewer. His film is filled with dozens of other deliberate errors and misrepresentations.

My favorite is the part where Gore says that “the scientists who specialize in global warming have computer models that long ago predicted this range of temperature increase.” He then displays a graph of their alleged “predictions” and the claimed actual temperatures.

This graph is bogus in several ways, but the most striking is that the computer-predicted curve begins in 1938 — before either Al Gore or the computer had been invented. Unless Al Gore invented the computer before he was born, and didn’t show it to anybody but climate modelers until after WWII, this is impossible, because there were no computers in 1938!

TNA: Speaking of computers, allowing the UN to take over the world’s energy would have a big effect on our higher standard of living, would it not?

Dr. Robinson: An estimated nine percent of the energy of the United States is now used to power computers and the Internet. This technology cannot exist without energy. Automobiles require energy. You cannot warm your home without energy.

If the UN controls, rations, and taxes energy, they will have the power to determine whether you can run a wood stove, whether you can run an automobile, or can use any of the technology that makes our modern life possible.

When you say this to people, their eyes glaze over. They don’t believe it’s going to happen.

The power to tax and ration energy is the power to control the world — to have life and death control over every human being on the planet. No government should ever have this power. The United Nations-IPCC process is not about the climate or saving the environment. It is about power and money — lots of it.

Should Gore and the UN succeed, the effect will not only be diminished prosperity in the United States. In underdeveloped countries, billions of people are lifting themselves from poverty by means of hydrocarbon energy. If their energy supplies are rationed and taxed, they will slip backwards into poverty, misery, and death. This fits the population control agenda of the United Nations.

If the misuse and falsification of the scientific method that drives the human-caused global-warming mania succeeds, it will cause the greatest acts of human genocide the world has ever known. It must be stopped.

7/17/2006

Comercial de Cigarros dos Flintstones

Como o mundo mudou. Confira este comercial real dos Flintstones fumando cigarros Winston. Clique no link para ver no site do YouTube. YouTube - Flinstones Commericial

7/11/2006

Alternativas aos Comercial de 30 segundos

WSJ.com - Testing, Testing: "By BRIAN STEINBERG
July 10, 2006; Page R6

" Artigo interessante do Wall Street Journal sobre as novas táticas de mídia e produção que as empresas estão usando como alternativa ao clássico comercial de 30 segundos (que está para morrer). Um ponto interessante e bem característico dos americanos é eles mostrarem a Procter & Gamble como pioneira no formato de comercial-novelinha, com vários episódios. Como se a gente não tivesse feito isso há anos, com a Qualy na Sadia (DPZ).

7/09/2006

Americano Também Não Lê Nada

Números assustadores sobre leitura nos EUA. 58% dos Americanos nunca mais lêem um livro após o colégio. Como é que o país vai para a frente ? Parece que grandes mitos devem ser reavaliados. Minha experiência nos EUA confirma essa informação: uma pequena elite muito inteligente leva o país nas costas e o resto mais ou menos segue. A GRANDE diferença em relação ao Brasil é que o Americano respeita e recompensa o talento extraordinário, enquanto aqui na terrinha todo mundo quer passar a perna e derrubar quem se sobressai em qualquer campo. O peso da burocracia é grande demais. Talvez com o risco de soar elitista, a maior lição seja que o problema do Brasil não esteja em educar TODA a população, mas sim em eliminar barreiras burocráticas e culturais (impostos, cultura de mamar no governo, amizade valer mais que mérito, etc.) para que o talento individual possa se desenvolver. Você imagina se o Bill Gates tivesse nascido aqui ? Provavelmente estaria trabalhando no Banco do Brasil e estaria em greve agora. Para Publishing - Welcome to Para Publishing: "Who is Reading Books (and who is not) One-third of high school graduates never read another book for the rest of their lives. Many do not even graduate from high school. 58% of the US adult population never reads another book after high school. 42% of college graduates never read another book. 80% of US families did not buy or read a book last year. 70% of US adults have not been in a bookstore in the last five years. 57% of new books are not read to completion. --Jerrold Jenkins. http://www.JenkinsGroup.com Most readers do not get past page 18 in a book they have purchased. 63% of adults report purchasing at least one book during the previous three-month period. (Most were probably exaggerating). --Bookselling This Week, November 10, 1997. http://news.bookweb.org/ 53% read fiction, 43% nonfiction. The favorite fiction category is mystery & Suspense, 19%. --Publishers Weekly, May 12, 1997, page 13. http://www.PublishersWeekly.com Of the top fifty books, fiction outsells nonfiction about 60% to 40%. Fiction peaks in July at 70% but nonfiction reaches almost 50% in December. --USA Today, April 30, 1999. http://www.USAtoday.com 55% of fiction is bought by women; 45% by men. --Publishers Weekly, May 12, 1997, page 13. Thirty percent of Americans surveyed by the Harris Poll say they would rather read a book than do anything else; twenty-one percent said watching TV is their favorite activity. That's the good news. The bad news is that only 13 percent selected 'spending time with family. --Publishers Weekly email Daily, July 9, 1998. http://www.PublishersWeekly.com Each day, people in the US spend 4 hours watching TV, 3 hours listening to the radio and 14 minutes reading magazines. --Veronis, Suhler & Associates investment bankers"

7/06/2006

Códigos de Barra Legais

Código de barra é para ser uma coisa chata e sem graça, certo ? Não, se a empresa usar a criatividade. Confira o link.

7/04/2006

O Caça Promoções

AbsurdlyCool Freebie Finder Só faltava essa ! Falando de "empowerment" do consumidor, este site reúne as amostras grátis e promoções de várias empresas. Você entra lá e sai pedindo seus brindes. Nos EUA já existem alguns caçadores profissionais de amostras. Se a moda pega por aqui...

7/02/2006

Folha Online - Esporte - A Copa no Mundo: "Hermanos" comemoram queda do Brasil - 02/07/2006

Folha Online - Esporte - A Copa no Mundo: "Hermanos" comemoram queda do Brasil - 02/07/2006 http://www1.folha.uol.com.br/folha/esporte/images/20060702-ole.jpg Interessante o ponto ao qual o "politicamente correto" chegou no Brasil. Agora todas as emissoras de TV e jornais deram para chamar os argentinos de "Hermanos". Enquanto isso, a imprensa de lá nos chama de "Merde-amarelos". Com todo o respeito, os argentinos são vizinhos, e não irmãos. Um irmão é alguém com quem temos grande afinidade e uma vida em comum. Tenho alguns bons amigos argentinos, mas são amigos por causa de sua individualidade, e não obrigatoriamente só porque são argentinos. Sem dúvida seria interessante se vizinhos pudessem ter um melhor relacionamento social, cultural e econômico, mas para sermos realistas, a Argentina e o Brasil têm muito pouco em comum historicamente, além do fato de dividirem uma fronteira. O Brasil está culturalmente mais próximo de Portugal, da influência francesa no passado, e da enorme influência americana no presente do que de qualquer coisa argentina. Um bom exemplo é a falência do Mercosul. E ainda tinha gente que achava que tínhamos que ter uma moeda comum. Onde essa gente estava com a cabeça ? A Argentina é um país bonito e interessante. Tomara que cheguemos a ser irmãos um dia, mas temos um longo caminho pela frente.

7/01/2006

Melhor Comercial de Coca Que Já Vi

Melhor comercial de Coca-Cola que já vi. Como eles não têm mais o que construir de brand equity, a propaganda aposta em awareness e impacto. Da agência Psy-Op. (toca no browser mesmo). http://motionographer.com/media/psyop_coke_0606.mov

6/19/2006

Se a Microsoft comprasse a Apple - Fantastico

MS Ipod Parody - Google Video Fantástico ! Uma aula de marketing em um vídeo de 2 minutos. Feito por funcionários da Microsoft, mostra o que seria da embalagem do iPod da Apple se ela fosse redesenhada pela turma do Bill Gates. É só clicar, toca no browser mesmo.

6/13/2006

Coca-cola Codebreakers

Coca-cola Codebreakers Quem imaginaria que o marketing iria enfrentar este tipo de desafio ? Dois programadores resolveram abrir um website nos EUA para quebrarem o código que gera os números vencedores de uma promoção da Coca (aqueles números que vêm na tampinha). As pessoas mandam os códigos de suas tampinhas e, com um número suficiente deles, os programadores acreditam poderem chegar ao algoritimo que gera o código vencedor. O perfil do profissional de marketing está mudando no mundo, mas aqui ainda se valoriza o "Avesso" e encarte na Veja. E os headhunters continuam procurando para trabalhar na Coca só alguém que seja gerente de produto na Pepsi. O marketing brasileiro está totalmente despreparado para enfrentar os desafios do futuro.

5/25/2006

Como Funciona a Cabeça do Consumidor

Vejam só os dados desta pesquisa sobre televisão de alta-definição (HDTV). Ela mostra o quanto as empresas e o mercado podem se distanciar. Chega a ser engraçado, e prova que a necessidade de um bom marketing sempre vai existir. Um outro modo de ver a coisa é que o marketing deles é tão bom que estão vendendo geladeira para esquimó. " Só 25 a 50% dos lares com tvs HDTV assinam pacotes de tv a cabo de alta definição. Metade dos proprietários de HDTVs não usam os recursos da tv e um quarto pensam que estão assistindo vídeo de alta definição mas não estão !" Fonte: http://www.broadbandreports.com/shownews/74729

5/08/2006

Embratel Faz "Lixo" Marketing

Talvez precisemos criar um novo termo para empresas que tratam o consumidor como lixo. Talvez "Trash Marketing"? Ficaria bem em um livro. A última é a da Embratel, que liga dezenas de vezes para o celular da pessoa, para vender seus serviços, principalmente de manhazinha e à noite na hora do jantar. Na metade das vezes, ninguém fala, mas se sabe que são eles, porque o número é o mesmo o 4004-0020. Sugiro aos leitores que comecem a boicotar a Embratel. Outra pergunta: como eles conseguem o meu número de celular ? Será que a TIM está envolvida nisso ? Ou eles compram aqueles CDs desonestos com dados das pessoas do Imposto de Renda vendidos em camelôs ? Isso pode ser um sério escândalo. Cópia de email enviado à Embratel: Gostaria de formalizar uma reclamação a respeito de sua campanha de telemarketing. Fui abordado em meu celular cerca de 50 (cinquenta) vezes nas últimas duas semanas sobre uma tal "dica" da Embratel. Pedi várias vezes que não me ligassem mais, e a resposta foi baterem o telefone na minha cara. Sempre o mesmo número chama, o 40040020, que obviamente não recebe chamadas. Tenho um website com mais de 10 mil visitas mensais, dirigido a profissionais e executivos. Estarei colocando o caso Embratel como o "lixo do Marketing", avisando meus leitores como irritar e desprezar o consumidor. Também enviarei cópia do caso aos jornais de maior circulação. Se as ligações não cessarem e se não receber uma boa desculpa de vocês, acionarei a Justiça. Desnecessário dizer que nunca mais usarei a Embratel. Grato, Marcos Dutra Sao Paulo ADENDO (MARÇO 2008) Depois de 94 comentários, parece que o problema não se restringe à Embratel. Segundo amigos que trabalham em telemarketing, esse número pode ser de uma empresa terceirizada que faz trabalhos para várias empresas, inclusive no meu caso, para a Embratel. Sem dúvida, as empresas contratadoras deveriam checar e garantir um mínimo de qualidade de seus prestadores de serviços. De qualquer forma, como mandei email à Embratel e eles não se deram nem ao trabalho de responder, continuo considerando o marketing deles um lixo.

5/04/2006

Americanos Tecnológicos Não Sabem Geografia

Este artigo da CNN mostra como no país mais informatizado e avançado do mundo, tecnologia sem cultura não serve para quase nada. Dois terços dos americanos não conseguem achar o Iraque (um país com o qual estão em guerra) no mapa. Um terço não acha a Louisiana, um estado que sofreu uma catástrofe e que não saía dos noticiários. É um bom recado para os que pensam que colocar telão de vídeo e internet wireless em colégio de classe média alta cria automaticamente uma geração inteligente, como saiu em uma das últimas Vejas (onde mais...) . Cultura é mais que a habilidade de escrever short messages em celular e usar iPods. Ela compreende anos de estudo organizado e disciplinado, inclusive de assuntos discutidos 300 anos antes de Cristo por gregos descalços, como filosofia e história. Não vamos cair nessa armadilha. Cultura dá trabalho e os livros ainda são o melhor caminho. CNN.com - Study: Geography Greek to young Americans - May 2, 2006: "The study found that less than six months after Hurricane Katrina devastated New Orleans and the Gulf Coast, 33 percent could not point out Louisiana on a U.S. map."

5/02/2006

A Propaganda Está Se Suicidando ?

Excelente artigo. Não dá para escapar de certas verdades absolutas do marketing: produto relevante é aquele que apresenta uma vantagem clara, que ocupa, como ensinaram os mestres Ries&Trout, um nicho na sua cabeça. A propaganda de produtos que não trazem inovação e que não se diferenciam dos outros entra por um ouvido e sai pelo outro. O problema é que hoje em dia quase não existem produtos realmente novos. O artigo fala uma grande verdade sobre nossos tempos, "a publicidade hoje vende publicidade e não produtos". Bingo. Basta ver coisas como aquele programa "Avesso". Quem compra um produto porque ele apareceu no Avesso ? Ninguém. É puro uso do dinheiro da empresa para inflar a vaidade do pessoal de marketing que mostra a carinha lá. Outro dia eu estava vendo mais um desses Avessos, sobre um sabão em pó que montou uma espécie de área de diversões para crianças. Legal, mas não serve para nada. O consumidor vai lá, usa o play ground, entra na loja e compra o sabão mais barato dentro daquele grupo de maior qualidade. Qual a solução, então ? O artigo acerta na mosca quando aponta para o óbvio. Coloque-se na pele do consumidor. Será que ele pensa: "poxa, o Fox é um carro grande mesmo, vai resolver o meu problema de espaço." É claro que não. Mas "esse iPod é legal, possos levar todas as minhas músicas para qualquer lugar" é algo que convence. Se a empresa não tem algo tão inovador para falar, então por favor invista em milhões de outras variáveis que influenciam o consumidor, como melhor atendimento, garantia, qualidade do produto, boa distribuição, etc, etc, etc. O que não dá mais é esperar que propaganda que não diz nada vá conquistar consumidor. Has Advertising Killed Itself? | MarketingProfs.com: "We'll hold ideas in our brains for years, occasionally checking to see if things have changed. If not, we will return them back to the expectation shelf from which they came, only to bring them down again if we believe they require review and a possible revision. We'll give advertising another chance, but if it keeps littering our mental landscape with the trash from its parade of good intentions, we will end up storing it away in a very hard to reach place."

2/21/2006

This Is Broken

This Is Broken Site muito interessante, só mostrando burradas em propaganda e produtos. O autor tem uma consultoria sobre como prover boas experiências do consumidor. Pois é, a tarefa número um do marketeiro, que é se colocar na pele do consumidor, foi terceirizada. Rende boas gargalhadas. www.thisisbroken.com

2/16/2006

MacGyver retorna em excelente comercial

priceless.com - Film Festival - World Premiere O MacGyver, aquele herói da TV que construia uma bomba atômica com farinha de trigo e fermento, volta à TV em um comercial extremamente criativo da MasterCard. Vale a pena ver. http://priceless.com/film/worldpremiere.html

2/15/2006

Scenes from the Culture Clash

Scenes from the Culture Clash Esse artigo da Fast Company é muito bom. Está chegando ao mercado de trabalho a geração do milênio, os nascidos após 1978, talvez a geração mais mimada da história humana, acostumada a ter de tudo no mesmo instante a falarem o que querm, sem dúvida por causa do sentimento de culpa e falta de disciplina dos pais ausentes. Esse pessoal quando não recebe promoção (que tem que acontecer a cada seis meses, independente do resultado), chama a MAMÃE para falar com o RH. Não é brincadeira, isso acontece mesmo ! Vai ser um grande desafio lidar nas empresas com essa turma que pensa merecer tudo de graça, sem se esforçar. Se você acha que o artigo exagera, pense um pouco nos filhinhos de papai que jogam garrafas de cachaça nos carros que passam na Vila Madalena, ou aqueles que passam na sua rua buzinando e berrando às 5 horas da manhã, de volta da "balada". Um dia esse pessoal vai ser seu trainee ou seu assistente. Socorro. http://fastcompany.com/magazine/102/culture-clash.html http://fastcompany.com/magazine/102/culture-clash.html

O verdadeiro inimigo dos brasileiros - Portal EXAME - Negócios Economia Marketing Finanças Carreira Tecnologia

O melhor artigo que vi na imprensa brasileira em muito tempo. O pior é que não há escolha: você vota no Ciro Gomes como oposição ao Lula e o cara pula para o governo no dia seguinte. O Serra também tinha um programa idêntico ao do PT. Ninguém tem coragem de ter uma idéia nova ou de reformar o Estado. Continuamos o país das capitanias hereditárias, fatiado entre o Duque de Coimbra, o Marquês de Bragança e o Conde de Funchal. Ao contrário dos americanos, que tinham que se virar para não serem escalpelados pelos índios ou morrerem de fome na nevasca, aqui aprendemos a depender dos doutores poetas e do trabalho dos escravos. Nada muda. E não há dúvida que esse pensamento se infiltrou no estilo executivo do país: a maioria dos profissionais ainda acredita que para subir na carreira, o jeito é não fazer onda, não inovar muito, não ousar...o jeito é ir levando, com muita diplomacia, empurrando com a barriga. E desse jeito estamos assim, com o pior desempenho entre TODOS os países emergentes. Não podemos só culpar o governo e esquecer da medicocridade empresarial, a culpa é de todos nós. O verdadeiro inimigo dos brasileiros - Portal EXAME - Negócios Economia Marketing Finanças Carreira Tecnologia:

O verdadeiro inimigo dos brasileiros

| 09.02.2006

Os políticos -- do governo e da oposição -- são incapazes de apontar a razão do nosso atraso: enquanto o setor público funcionar como funciona, não haverá chance alguma de sucesso

Por J. R. Guzzo

EXAME

Os políticos brasileiros, quase sem exceção, passam o tempo todo a dizer que estão fazendo o melhor que podem, ou, como acontece no atual governo, que estão fazendo melhor do que jamais foi feito na história "deste país". O que deveriam demonstrar é outra coisa: se estão fazendo o necessário. No fundo, é isso o que realmente importa, e isso é o que menos se vê. Num ano eleitoral, então, a tendência é ver menos ainda. O governo, que quer continuar, promete encher a paciência dos eleitores (além de usar seu dinheiro) fazendo propaganda da obra fabulosa que estaria realizando -- uma propaganda que precisa ser tanto mais intensa quanto mais invisível é a obra. Tudo serve aí: criação de fundos que não têm fundos, extinção de problemas por meio de discursos, apresentação de promessas como sendo soluções e, no que parece ser uma especialidade desenvolvida pela atual administração, a inauguração de obras a ser feitas algum dia. A oposição, que pretende chegar lá, concentra sua principal esperança na ruindade pura e simples do governo. O que os políticos dos dois lados não dizem é se fizeram, ou farão, o que precisa ser feito. E não dizem pela mesma razão: porque não sabem ou não querem fazer.

O Brasil, como ocorre com a maioria dos países que têm carências de mais e recursos de menos, está sempre diante de uma lista muito grande de urgências urgentíssimas. Tudo é prioritário ao mesmo tempo -- e o resultado disso, no mundo das ações concretas, é que os governos acabam não mostrando eficácia em prioridade alguma. A maneira mais sensata de sair dessa sinuca está em algo que não faz parte do plano de vôo de nenhum ator da cena pública, o que explica, justamente, por que a vida passa e a complicação continua mais ou menos do mesmo tamanho: seria admitir, de verdade, que o principal inimigo do Brasil é o Estado brasileiro. Pode não ser o único, porque raramente o mundo das coisas reais colabora nos dando um problema só por vez, mas, com certeza, é nele que está a origem da maioria das prioridades não resolvidas e nele que mais se age para não resolvê-las nunca. A prioridade real, assim, pelo menos para quem acredita mais na busca de soluções do que na defesa de causas, é ir tirando do Estado a sua capacidade de causar danos objetivos à população. Fazer isso, no Brasil de hoje, é fazer o necessário.

Não há nenhuma necessidade de ficar o resto da vida discutindo a questão quando se tem, à vista de todo mundo, uma pergunta básica: como alguém pode esperar soluções reais num país onde o Estado, só na esfera federal, arrecada perto de 500 bilhões de reais por ano e nunca tem dinheiro para nada? Entre impostos e previdência social, foi o que o governo tirou dos brasileiros em 2005, e é daí para cima que vai tirar de novo em 2006. Somando-se a isso os impostos estaduais e municipais, perto de 40% de tudo o que se produz no país é consumido para sustentar a máquina estatal, que não devolve à população uma contrapartida sequer remotamente proporcional ao que custa. É uma conta que não pode fechar, por qualquer lado que se olhe -- e por isso, justamente, não fecha. Se todo esse dinheiro não é suficiente para fazer alguma coisa de útil, quanto, então, seria preciso? É um caso de rosca sem fim. Para piorar, há o fato de que o Estado não apenas custa muito e faz pouco, mas consegue dever cada vez mais. Em 2005, o governo pagou quase 160 bilhões de reais de juros, cerca de um terço de tudo o que arrecadou em impostos e, ainda assim, começa 2006 devendo 1 trilhão de reais -- ou o equivalente a 450 bilhões de dólares, soma capaz de causar estrago até no Orçamento americano.

Essas cifras são apenas o começo da encrenca. O governo vive lamentando a concentração de renda, mas nunca lhe ocorre que o Estado funciona hoje como o maior concentrador -- não por acaso, mas por estar organizado de forma a fazer precisamente isso. A Previdência Social, para ficar no caso mais óbvio, entrega quase dois terços de tudo o que arrecada a apenas 20% dos seus beneficiários e, como gasta mais do que capta, ainda vai buscar no Tesouro dinheiro extra para executar seu programa de pagar muito a poucos. A universidade pública é outro exemplo patológico de concentração direta na veia. O Estado gasta com um aluno do curso primário um quinto do que gasta a Inglaterra, como acaba de lembrar na revista Veja o professor Norman Gall, do Instituto Fernand Braudel, de São Paulo. Em compensação, gasta com um universitário o dobro do que despendem os ingleses e, com tudo isso, consegue não ter nenhuma universidade entre as 200 melhores do mundo. Poucos países têm, como o Brasil, tantas facilidades para transformar recursos públicos em rendimentos privados -- verbas gastas com o bem-estar das camadas superiores do funcionalismo público, indenizações milionárias pagas pelo Estado, doações a ONGs e "movimentos sociais" ou, como se vê todos os dias, corrupção pura e simples.

O Estado brasileiro funciona como inimigo do país, ainda, quando se vê a patente hostilidade da burocracia, em todos os níveis, em relação a qualquer interesse do cidadão. Diariamente, milhares de pessoas a serviço do poder público se empenham em dificultar ao máximo a ação de empresas e indivíduos que querem empreender alguma coisa. É um mundo onde a criação de riquezas, por modestas que sejam, é vista sempre com suspeita -- algo apenas tolerado, na melhor das hipóteses, e combatido o tempo todo com a exigência de licenças, guias, despachos, certidões, provas, vistorias, prazos, registros, cinco vias para isso, sete vias para aquilo. Não é possível construir um forno para pizza, aumentar a área de um galpão ou ligar uma máquina de fábrica sem a aprovação de algum servidor. Mais que o protecionismo dos países estrangeiros, o pior adversário que existe hoje para um exportador brasileiro, sobretudo o pequeno, é o serviço público do seu próprio país.

Forte para travar o país e atrasar o desenvolvimento, o Estado brasileiro é fraquíssimo onde tem a obrigação de mostrar força. É um caso de debilidade extrema, para começar, na área onde os cidadãos mais têm o direito de esperar que atue com firmeza: no cumprimento da lei, única maneira de assegurar a proteção aos direitos individuais e ao interesse público. Nenhum cidadão brasileiro, hoje, tem um grau razoável de expectativa de bom funcionamento da Justiça, algo inevitável quando se vê os exemplos dados em cima: um ministro da mais alta corte do país que opera abertamente como militante político, desembargadores que entopem os quadros do Judiciário com nomeações de seus parentes, o favorecimento sistemático de todo acusado que tenha dinheiro ou apoio corporativo. O Estado é fraco, também, para defender os interesses do país, como acaba de mostrar com mais uma capitulação diante da Argentina na mesa de negociações. Para promover uma tumultuada ideologia pessoal dos três ministros das relações exteriores, trabalha contra os produtores brasileiros -- gente que, na atual visão da nossa diplomacia, só serve para atrapalhar os objetivos da geopolítica do PT. O Estado brasileiro não tem força nem mesmo para executar as obras que o próprio governo decide fazer. Pela soma de uma legislação economicamente suicida, uma burocracia paraplégica e incapacidade de superar pressões, hidrelétricas estão paradas, obras vitais, como o Rodoanel de São Paulo, não avançam, ministros dão ordens que não são cumpridas pela máquina de seus próprios ministérios.

O comentário mais comum, quando esses fatos são apontados para os defensores do "Estado forte" ou para ocupantes de posições na hierarquia estatal, é que "a coisa não é por aí". Por onde seria, então? A verdade é que a maioria dos participantes da vida pública no Brasil não aceita -- não a sério -- a idéia de que é indispensável enfrentar o Estado e diminuir sua capacidade de impedir o progresso. Isso não faz parte, simplesmente, do seu código genético, até porque esse tipo de trabalho só gera resultados a longo prazo e, como se sabe, resultados a longo prazo raramente rendem alguma coisa de útil para os responsáveis por sua obtenção. O homem político brasileiro, da situação ou oposição, de hoje ou de ontem, se mantém fiel à convicção de que a máquina do Estado existe para mandar no país, e não para servir os cidadãos. Uma boa ilustração disso, e algo que se vê com fartura em épocas de eleição, são as faixas colocadas em inaugurações. "Agradecemos ao presidente (ou então ao ministro, governador, prefeito) a obra tal." Como assim, "agradecemos"? A obra só existe porque a população pagou por ela com o seu dinheiro. Por que alguém teria de agradecer a um governante por cumprir uma obrigação elementar? Mas é assim que se concebe, na vida pública brasileira, o papel destinado a quem está fora dela. Enquanto a procissão continuar seguindo por aí, não há como esperar grande coisa de governo algum.

2/13/2006

China Pirates »

China Pirates » Essa é muito boa: veja só a cara-de-pau dos chineses em copiar detalhe por detalhe carros de outras marcas. O artigo mostra fotos dos carros lado a lado. Sem a legenda, ficaria difícil dizer qual é o original. http://paultan.org/archives/2004/12/05/china-pirates/

Modelos gordinhas podem prejudicar a auto-estima feminina :: Estadao.com.br

Foto: Ninguém resiste a uma gordinha. Tira a mão ! Foto: Próxima modelo da Dove Modelos gordinhas podem prejudicar a auto-estima feminina :: Estadao.com.br Essa é para o pessoal do Dove, com aquela campanha onde as gorditas ficam pulando e se esfregando de calcinha e sutiã, em uma imitação da campanha muito, muito melhor da Natura, que mostrava mulheres comuns, mas bonitas. O estudo mostrado neste artigo do Estado de SP revela que modelos gordinhas baixam a auto-estima das mulheres, ou seja, provocam reação negativa na consumidora. Isso faz a gente pensar se propaganda é lugar para se fazer militância cultural. Até eu acho que a beleza é super valorizada nos dias de hoje, mas realmente o último lugar para se militar contra ela é em comercial de cosmético. http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/fev/10/207.htm

1/31/2006

Steve Jobs' Magic Kingdom

Steve Jobs' Magic Kingdom Excelente artigo da Business Week sobre como Steve Jobs da Apple (e agora Disney) está mudando o jeito de ser dos CEOs. Foi interessante ver a volta por cima de Jobs, agora o maior acionista da Disney depois da venda da Pixar, depois de ler em sua biografia como ele foi esnobado pela empresa do Mickey nas primeiras negociações de distribuição do filme Toy Story. O Michael Eisner deve estar dando xiliques (para quem conhece o cara, sabe que é literalmente).

1/30/2006

Como Ser Criativo

gapingvoid: how to be creative (long version) Um texto bastante interessante sobre os desafios de ser criativo (em inglês) por uma pessoa que sentiu na pele o problema. Não adianta: criatividade significa idéias e mudança. A pessoa que vai ser beneficiada pela mudança ainda não sabe disso e não vai lhe apoiar agora, as que não vão ser beneficiadas vão ficar contra você. Nesse meio-tempo, você vai ter que segurar a barra sozinho. Por isso tanta gente se acomoda, é mais confortável. Transfira esse texto para o país dos panos-quentes, o Brasil, onde se faz de tudo para se evitar conflitos e veja como é difícil ser inovador. http://www.gapingvoid.com/Moveable_Type/archives/000932.html

1/17/2006

Design de sites é julgado em menos de um segundo

Internet users judge Web sites in less than a blink - Yahoo! News Estudo mostra que os usuários julgam a estética de um site em um vigésimo de segundo. É uma impressão que influencia toda a experiência. O estudo só prova que o design é muito importante. Que o diga a Apple. Não há dúvida que estas conclusões se aplicam a embalagens, materias POP e layouts.

1/12/2006

Jornal Nacional despenca na audiência

Artigo da Folha Online. Depois de o editor Bonner ter chamado os espectadores de "Homer Simpson", a realidade bate à porta. Talvez a populaçao não seja tão burra assim e gostaria de receber informação de melhor qualidade. Porém, o fenômeno também é parte da migraçao geral da mídia para a Internet. ____________________________________________________ O ano passado confirmou uma tendência já observada em 2004: o ibope do "Jornal Nacional" vem caindo sistematicamente. E a queda em 2005 foi uma das mais significativas dos últimos anos. Vamos aos números: Em 2004, o "JN" teve média anual de 40 pontos. Em 2005 essa média caiu para 36. Em 2006, até aqui (dia 2 ao dia 10), a média é de 31,1. No segundo semestre de 2004, as audiências mensais do "JN" foram: 42 (julho), 41 (agosto), 37 (setembro), 39 (outubro), 39 (novembro) e 36 (dezembro). Agora vejam a queda no mesmo período em 2005: 35 (julho), 36 (agosto), 38 (setembro), 37 (outubro), 35 (novembro) e 30 (dezembro). A audiência do "JN" em dezembro último foi a pior dos últimos três anos. obs: cada ponto de ibope eqüivale a 52,3 mil domicílios na Grande SP.

1/11/2006

The Middle Class on the Precipice

The Middle Class on the Precipice Artigo muito interessante da Harvard. Ele mostra que a classe média americana está indo para o buraco. Hoje precisa-se dos dois cônjuges no mercado de trabalho para se garantir o mesmo padrão de vida de algumas décadas atrás, devido ao enorme aumento de custos de saúde, educação e moradia, as coisas mais básicas. O estudo é uma ducha fria naqueles que criticam o estilo de consumo como o vilão das finanças familiares, já que ele mostra que a mesma quantia discrecionária (aquela usada para se comprar besteiras) está disponível hoje do que antigamente. Ou seja, trabalha-se em dobro para se comprar a mesma coisa que só um cônjuge comprava. Mas o pior mesmo é que antigamente os riscos eram bem melhores, assim como a qualidade de vida. Se alguém ficasse doente ou sem emprego, o outro cônjuge segurava a barra. Sem contar que a estabilidade de emprego era muito maior, não havia globalização nem "reengenharia". Para extrapolar esses resultados para o Brasil, é só duplicar o tamanho da encrenca.

1/09/2006

Kodak muda seu logo após 70 anos

http://rochesterdandc.com/apps/pbcs.dll/article?AID=/20060106/NEWS01/60106001 Clique no link para ver. A idéia é modernizar a imagem antigona da marca, mas ficou meio parecido com o logo do Bob´s.

12/13/2005

Artigo do Guardian: países sem livre comércio estão melhor !

Artigo interessante do The Guardian de Londres, mostrando que países fora do mundo do "comércio livre" estão crescendo mais que os engajados na nova order mundial do "free trade". O México, especialmente, está cada vez pior. http://business.guardian.co.uk/story/0%2C16781%2C1664984%2C00.html O que fica óbvio é que o comércio tem pequeno impacto no desenvolvimento, especialmente em países de grande mercado interno. Se não fosse assim, o Brasil dos cafezais e açucar do século XIX seria mais desenvolvido que os EUA, que eram extremamente isolacionistas. É necessária a liberdade para se importar tecnologias e máquinas de ponta e exportações fazem bem, mas o que pesa mais é ter menos burocracia, menos governo, ter mais educação, mais liberdade para investir. Senão você fica exportando soja para sempre e importanto bugigangas, como nos tempos da colônia. É engraçado que o artigo segue um outro da Veja, dizendo que o México é a oitava maravilha. O sonho dos donos da Abril é derrubar a lei que impede a propriedade de estrangeiros da mídia brasileira, para eles poderem ganhar uns bilhõezinhos com a venda, como fizeram o Pão de Açucar e a AmBev. Aproveitando, dá-se "independência" ao Banco Central para ele ficar de vez dependente de Wall Street. A Veja fez um bom trabalho desmascarando o PT, mas apenas porque isso serve a seus interesses. Foi coincidência. O brasileiro tem que ficar atento para não cair da frigideira, o governo monstruoso e corrupto que temos, para o fogo, que é o controle internacional de Wall Street e da WTO. Não podemos ser forçados a escolher entre os dois: digamos não a ambos.

11/19/2005

Projeto cria cadastro de internautas

É impressionante como no Brasil não existe o conceito do direito de liberdade individual. Somos mesmo um povo de gado, como diz a canção. Um deputado do PT (um partido autoritário que só não promove uma ditadura no país porque não consegue) quer que o governo xerete todas as suas mensagens eletrônicas na internet. Isso é o mesmo que ter alguém abrindo suas cartas todos os dias antes de elas chegarem a você. Nem em ditaduras das mais descaradas isso acontece. O direito de confidencialidade de comunicação é sagrado para a existência da liberdade política. Quando o Brasil vai perceber que o PT quer criar um país onde eles decidem TUDO o quer o cidadão faz, fala e pensa, influenciados por pensadores políticos como Antonio Gramsci e Trotski com gente louca que gostaria de tornar o Brasil em uma Albânia comunista ? E que não existe oposição nenhuma na política brasileira, já que todos os partidos defendem expansão dos poderes autoritários do Estado, inclusive o PSDB, que está junto nessa. A Internet livre é um imensa pedra no sapato dessa gente corrupta e sedenta por poder total. Ela revela as roubalheiras, ela permite discussão de idéias. Por isso ela incomoda tanto. A estória de inibir crime é só desculpa para controlar a sociedade ainda mais. Se eles quisessem acabar com o crime, poderiam começar com o próprio PT. Leia o artigo na Folha: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19261.shtml

11/10/2005

Coma, Durma, Trabalhe, Consuma, Morra

Bom artigo para reflexão sobre a loucura que nossas vidas viraram. Cheque também os outros textos do moço (em inglês). http://wired.com/news/technology/0,1282,68742,00.html?tw=wn_story_page_prev2

11/05/2005

Ilusão de Ótica

Dizem que o marketing é uma ilusão de ótica planejada...clique no link e olhe fixamente na cruz no centro do círculo. O cérebro nos engana mesmo. http://www.patmedia.net/marklevinson/cool/cool_illusion.html

10/25/2005

Novo iPod no Metrô de Tóquio - Muito Legal

Finalmente uma idéia diferente: a Apple decorou as paredes do metrô de Tóquio com grandes cartazes do novo iPod, cheios de réplicas do aparelho em lâminas de plástico em tamanho natural, que você pode destacar e levar embora. Muito, muito criativo. Cheque as fotos no endereço: http://wiredblogs.tripod.com/cultofmac/index.blog?entry_id=1260075 From the heart of Japan's youth culture -- Tokyo's trendy Shibuya district -- Flickr user Purpin describes how Apple is advertising the iPod nano: As part of their rather unique advertising campaign, huge iPod nano posters now adorn the platform walls of Toyoko Line Shibuya Station. As you depart the train you'll be faced with a stream after stream of 1:1 iPod nano cutouts, in which you can pull off and take home. Obviously, I helped myself to a few as well. Needless to say, with its tens of thousands of people passing through Shibuya station daily, those iPod cutouts won't last very long. Fortunately, I was lucky enough to be able to catch a glimpse of the staff furiously "refilling" the empty spaces with new cutouts in between the waves of departing passengers (I took the pictures after the evening rush. I can only imagine how busy these guys can be during rush hour!). Much to my suprise, I later realised that these cutouts weren't made of cardboard but of plastic, and are very rigidly built too. On the reverse side were the URL and QR Codes of a site where you can download iPod nano wallpapers for your mobile phone. Having living somewhere way out from Tokyo, I was very lucky to be able to get my hands on these cutouts AND witness those "refillers" in action. Hats off to Apple and their wonderful advertising. Having living somewhere way out from Tokyo, I was very lucky to be able to get my hands on these cutouts AND witness those 'refillers' in action. Hats off to Apple and their wonderful advertising."

10/11/2005

A Empresa Passiva-Agressiva

Passivo-agressividade é uma condição psicológica onde a pessoa finge aceitar uma ordem ou uma situação, mas por trás trabalha contra. Bem o estilo de muitos profissionais brasileiros ou de países onde hierarquia e o ambiente rígido (e mesmo de medo) imperam. O interessante é que saiu um artigo na Harvard Business Review sobre empresas que agem assim e não conseguem aplicar estratégias óbvias de sucesso. Na minha opinião, essa resistência a mudança, esse "entrar por um ouvido e sair pelo outro", essa tendência de dizer que "aqui nunca nada muda mesmo" é a pior praga do ambiente corporativo do Brasil. Aproveite e baixe o artigo completo de graça com o link abaixo: http://custom.hbsp.com/b01/en/implicit/custom.jhtml?pr=BAHAMR0510E2005092707 ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ The Passive-Aggressive Organization By Gary L. Neilson, Bruce A. Pasternack, and Karen E. Van Nuys Healthy companies are hard to mistake. Their managers have access to timely information, the authority to make decisions, and the incentives to act on behalf of the organization. The organization, in turn, carries out those decisions. We call these organizations "resilient," because they can react nimbly to challenges and respond quickly to those they can't dodge. Unfortunately, most companies are not resilient: Fewer than 20 percent of the 30,000 individuals who responded to a Booz Allen Hamilton survey describe their organizations that way. By contrast, more than a quarter of the companies in our survey suffer from a cluster of pathologies we place under the label "passive-aggressive." The passive-aggressive organization displays a quiet but tenacious resistance to corporate directives, even when they are aligned with obvious strategic or competitive advantage. People pay those directives lip service but put in only enough effort to appear compliant; and "nothing ever changes around here." Further developing the theory of organizational DNA, introduced two years ago in strategy+business, Gary Neilson, Bruce Pasternack, and Karen Van Nuys examine why such an astonishing number of organizations fall prey to the passive-aggressive pathology. Their article appears in Harvard Business Review and is adapted from the forthcoming book RESULTS: Keep What's Good, Fix What's Wrong, and Unlock Great Performance (Crown Business, 2005). To download a complimentary copy of the full article: http://custom.hbsp.com/b01/en/implicit/custom.jhtml?pr=BAHAMR0510E2005092707

10/03/2005

O Poder de 4 Idéais Bobas

Um estudo publicado na strategy & business mostrou que nas últimas décadas, 80% dos grandes sucessos nos negócios vieram de 4 idéias básicas e que os marqueteiros estão mais complicando as coisas que vindo com soluções. Artigo bem interessante, base de um novo livro que está para sair. http://www.strategy-business.com/press/enewsarticle/enews092905 Mas não é isso que a gente vêm pregando aqui no site há anos ? E o mesmo que o Jack Trout tem falado há séculos ? Foco, objetividade, clareza, honestidade são a saída em um mundo congestionado de informações, onde o consumidor não tem tempo nem cabeça para nada. Pois é, e aí a gente abre a sacola de compras e vê coisas como: lenço Kleenex com extrato de seda ! balas Mentos com vitamina C que precisa comer 32 balas para obter a necessidade diária ! É sempre a mesma coisa: tem que pôr alguma coisa no plano de marketing para o diretor ver, não dá para focar em fazer melhor o que já existe, tem que ter algo novo para justificar o salário nem que seja a maior besteira do mundo. Os produtores do Avesso agradecem.

9/29/2005

TV Globo Ameaça Pensando Marketing

Vejam o email ridículo que a TV Globo nos mandou por causa de uma piada que postamos no site, a respeito do desarmamento. A piada, corrente na internet, coloca a frase "desarmamento: os bandidos agradecem" ao lado do logo da TV. O email está baixo de nossa resposta. O que nos deixa feliz é que a influência deles diminui a cada dia, fazendo que casos como a eleição do Collor sejam mais difíceis de acontecer. ++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Sr Caetano, O senhor sabe tão bem como eu que não há recurso jurídico para processo nenhum em um site hospedado nos EUA, ainda mais se o uso não é comercial. É interessante como uma empresa pseudo-jornalística como a sua ataca a liberdade de expressão. Contudo, como não é do meu desejo dar maior exposição a emissora que tão mal faz ao nosso país, através da imoralidade de suas novelas , da parcialidade de seu jornalismo e da mediocridade de sua programação, estamos tirando a vinheta do site, que aliás não é de nossa autoria, mas corrente através da Internet. Marcos Dutra -----Original Message----- From: Daniel Caetano [mailto:daniel.caetano@tvglobo.com.br] Sent: Thursday, September 29, 2005 3:49 PM To: editor@pensandomarketing.com Subject: Notificação por uso não autorizado da marca Rede Globo Importance: High Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2005. À PENSANDOMARKETING.COM At.: Sr. Marcos Dutra REF.: Utilização indevida de propriedade intelectual da TV Globo Prezados Senhores, A GLOBO COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÕES S.A., doravante denominada “TV Globo”, empresa registrada no CNPJ sob o n° 27.865.757/0001-02, vem por meio desta NOTIFICÁ-LOS do seguinte: Esta empresa é titular exclusiva dos direitos autorais sobre a logomarca inserida acima. Como é de conhecimento geral, a mencionada logomarca é nacionalmente conhecida como marca identificadora da Rede Globo de Televisão, empresa que conquista grandes índices de audiência, alcançando repercussão em todo Brasil, conforme amplamente divulgado pela imprensa. Cumpre notar ainda que a TV Globo é detentora do seguinte pedido de registro de marca junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI: - Processo nº. 811380602 da marca “TV Globo Ltda”, para proteger os serviços da classe 41 respectivamente, quais sejam, os serviços de diversão, espetáculos artísticos, entretenimento, produção de programas para televisão, espetáculos de entretenimento pela televisão, comunicação, publicidade e propaganda, entre outros. Tomamos conhecimento de que V.Sas. estão utilizando, no site “www.pensandomarketing.com”, a referida logomarca seguida da seguinte mensagem: “DESARME-SE. OS BANDIDOS AGREDECEM” Cumpre notar que a utilização de logomarcas de titularidade da TV Globo (ou de qualquer imitação das mesmas) e a associação desta com os dizeres acima mencionados dependem de prévia e expressa autorização da TV Globo. Sua utilização não autorizada constitui violação de direitos, punível na forma da lei. Ademais, é importante salientar que o art. 18 da Resolução 22.033/2005 que regula a propaganda no referendo de 23 de outubro de 2005 prevê o seguinte: “art.18. A partir de 1º de agosto de 2005, é vedado às emissoras de rádio televisão, em sua programação normal e noticiário: (grifo nosso) ... III - veicular propaganda política ou difundir opinião favorável ou contrária a qualquer das propostas do referendo; ... § 4. As disposições deste artigo aplicam-se às páginas mantidas pelas empresas de comunicação social na Internet e demais redes destinadas à prestação de serviços de telecomunicações de valor adicionado, inclusive provedores de Internet” (grifo nosso) Vale ainda ressaltar que o art. 40 da referida Resolução 22.033/2002 dispõe que: “art. 40. A requerimento do Ministério Público ou de frente parlamentar, o Tribunal Superior Eleitoral poderá determinar a suspensão por até vinte quatro horas, da programação normal de emissora que deixar de cumprir as disposições destas instruções. ...” Destarte, serve a presente para Notificar V. Sas. para que cessem imediatamente a utilização da mencionada logomarca, bem como, entrem em contato a TV Globo, através dos telefone nº. (21) 2540.1354 (Daniel Caetano), com o objetivo de encontrar uma solução para o problema, sob pena de serem tomadas as medidas que a matéria comporta, incluindo indenização por perdas e danos que por ventura a TV Globo venha sofrer. Sendo o que nos cabia para o momento, subscrevemo-nos. Atenciosamente, Globo Comunicação e Participações S.A.

9/20/2005

Anunciantes Deixam a TV - O Caso Axe

Business 2.0 :: Magazine Article :: Features :: The Axe Factor Muito interessante este link (em inglês). A Business 2.0 está mostrando que as empresas estão caindo fora da televisão para anunciarem em outras mídias. A Unilever, por exemplo, passou de 60% de investimento em TV para 30%. Faz sentido: as pessoas não estão mais assistindo TV como antes, mas passando muito mais tempo na internet ou mesmo jogando no computador. Realmente os tempos estão mudando.

Outdoors levam pornografia às ruas de SP

Só faltava essa mesmo. Depois da campanha estúpida do preservativo Olla, agora se faz o quer e que se danem as crianças, os idosos e qualquer pessoa que se respeite. Outdoor é uma mídia que não se pode evitar, não é como revista que se leva para casa, e portanto deve se conformar a padrões de respeito público, definidos sempre pelo indivíduo mais inocente a ser atingido, neste caso as crianças. A classe dos publicitários está com a imagem mais suja que pau de galinheiro e este tipo de campanha só ajuda a desmoralizar ainda mais esta classe profissional. Cheque o link: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u113249.shtml

9/15/2005

A Importância do Portfolio de Produtos

Dê uma olhada neste link abaixo. Lá você vai encontrar o portfolio dos carros da Toyota nos EUA. Simples, fácil de entender. Se você quer um carro mais básico, tem um Corolla. Com um pouco mais de dinheiro, compra um Camry. O carro luxuoso é o Avalon. A Honda é mais ou menos a mesma coisa (Civic, Accura, etc.) Pudera que estas empresas, com um número relativamente pequeno de carros, dominam o mercado. Enquanto isso tem uma empresa aqui que tem 3 carros (Fox, Gol, Polo) no segmento de pequenos e nada no de luxo, nada de mini-vans, nada de pickup. O consumidor não tem tempo nem cabeça para ficar tentando descobrir quais são os produtos da empresa. Veja os celulares: alguém tem a mínima idéia de quais as diferenças entre os modelos? Por favor, coloquem uma tabela no material de merchandising com a lista dos modelos e os atributos de cada um ! O consumidor está totalmente perdido na loja enquanto na TV ficam passando bobagens como o Avesso do Nokia Trends (seja lá o que for isso). Às vezes marketing é tão fácil que não dá para entender porque certas regras básicas não são mais usadas. http://www.toyota.com/vehicles/modelselector/index.html?s_van=GM_TN_CARS

9/07/2005

Europa se Recupera

Como é bom ser rico: a Europa cresce muito menos que a China, mas como já são ricos, a diferença de renda aumenta. É bom crescer sobre uma base que já é elevada. A Alemanha se recupera e passa a ser o maior exportador do mundo. A coitada da China precisa vender 800 milhões de camisas para comprar um Airbus A380. Enquanto isso, no Brasil ainda se debate se educação é importante ou não. Veja o artigo: http://www.gulf-news.com/Articles/BusinessNF.asp?ArticleID=180562

8/23/2005

WalMart Mata Suspeito de Furto em Loja

Essa foi demais. Um homem suspeito de ter roubado um par de óculos escuros em um WalMart nos EUA é perseguido pelos seguranças da loja, imobilizado e estrangulado. Os EUA realmente estão indo para o buraco e já viraram um país sem direitos humanos. Cuidado com na próxima compra ! http://www.chron.com/cs/CDA/ssistory.mpl/metropolitan/3303871

8/17/2005

Será Que Foi o Blair ?

Jean Charles nem chegou a correr da polícia, diz TV britânica :: Mundo :: www.estadao.com.br O coitado do brasileiro foi executado a sangue frio mesmo. Será que ele sabia demais e foi uma queima de arquivo ? Na internet, um monte de gente acha que foi o Blair mesmo e o MI5 (serviço secreto britânico) quem explodiu os trens. Muita coisa está mal contada: a explosão veio de baixo do trem, um dos supostos terroristas é um agente do MI5 há muito tempo, houve um teste de treinamento de bombas nas mesmíssimas estações e na mesma hora em que houve o atentado. Para o Blair foi bom: a popularidade dele que estava no chão aumentou, o projeto da carteira nacional de identificação que ia ser rejeitada vai passar, etc. Cheque também o site www.prisonplanet.com se você gosta de um pouco de teoria de conspiração...

8/12/2005

Uso Inteligente de Merchandising em Shopping

E-mail recebido pelo Pensando Marketing (para ver as fotos, clique no título e entre no site do blog) ______________________________________________________ Prezado Marcos Dutra Acabei de ler o seu artigo sobre merchandising em shopping centers e achei muito bom. Justamente pensando no uso diferenciado da mídia, fizemos uma ação no São Conrado Fashion Mall e no Rio Plaza, ambos no Rio de Janeiro, para nosso cliente, o Colégio e Curso pH. É uma ação que usou os estacionamentos dos shoppings e que foi criada por nós especificamente para o caso do nosso cliente. Em 2005, o pH conquistou mais da metade das vagas de medicina na UFRJ, UERJ e UNIRIO e mais da metade das vagas de engenharia de produção na UFRJ, UERJ e UFF. É impressionante constatar que um só colégio conquistou mais da metade das vagas e todos os outros juntos ficaram com o restante. Só com palavras as pessoas não se davam conta do feito e achamos fundamental materializar isto. A solução encontrada foi pintarmos de branco mais da metade das vagas dos estacionamentos dos shoppings, colocando o logo do pH e as mensagens acima. Foi uma mídia pensada especialmente para o pH e que mais ninguém teria propriedade para usar, com o mesmo conteúdo. Enviei para você esta mensagem porque achei que ela tinha tudo a ver com o excelente artigo e é algo que vínhamos pensando há muito tempo. Não é o fazer por fazer, mas seguir um objetivo claro, utilizando a mídia como ponte para isso. Parabéns pelo texto. Um grande abraço, Gabriel França de Carvalho Diretor Geral e de Criação Scama Comunicações www.gruoposcama.com.br

8/09/2005

Desarmamento - Pensar bem antes de votar

Este e-mail está rodando pela internet:
PARA PENSAR ANTES DE VOTAR. AMIGOS! PENSEM MUITO ANTES DE VOTAR! DESARMAMENTO: A ALEGRIA DO CRIME, SÃO REFLEXÕES QUE PODEM SER ÚTEIS.
PENSEM! A História para quem esqueceu, ou nunca soube: Em 1929, a União Soviética desarmou a população ordeira. De 1929 a 1953, cerca de 20
milhões de dissidentes, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1911, a Turquia desarmou a população ordeira. De 1915 a 1917, um milhão e meio de
armênios, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1938, a Alemanha desarmou a população ordeira. De 1939 a 1945, 13 milhões de judeus
e outros "não arianos", impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1935, a China desarmou a população ordeira. De 1948 a 1952, 20 milhões de dissidentes
políticos, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1964, a Guatemala desarmou a população ordeira. De 1964 a 1981, 100.000 índios maias, impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1970, Uganda desarmou a população ordeira. De 1971 a 1979, 300.000 cristãos,
impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Em 1956, o Camboja desarmou a população ordeira. De 1975 a 1977, um milhão de pessoas
"instruídas", impossibilitados de se defenderem, foram caçados e exterminados. Pessoas indefesas caçadas e exterminadas nos países acima, no século XX, após o
desarmamento da população ordeira, sem que pudessem se defender: 56 milhões. Há doze meses o governo da Austrália editou uma lei obrigando o proprietários de armas a
entregá-las para destruição. 640.381 armas foram entregues e destruídas, num programa
que custou aos contribuintes mais de US$ 500 milhões. Os resultados, no primeiro ano,
foram os seguintes: "Os homicídios subiram 3.2%, as agressões 8.6%, os assaltos a mão armada 44%. Somente
no estado de Victoria, os homicídios subiram 300%. Houve ainda um dramático aumento no
número de invasões de residências e agressões a idosos. Os políticos australianos estão
perdidos, sem saber como explicar aos eleitores a deterioração da segurança pública, após os esforços e gastos monumentais destinados a "livrar das armas a sociedade australiana". Naturalmente, a população ordeira entregou suas armas, enquanto os criminosos ignoraram
essa lei, como já ignoravam as demais. O mesmo está acontecendo no Reino Unido. País tradicionalmente tranquilo, onde até a polícia
andava desarmada, adotou o desarmamento da população ordeira. Pesquisa realizada pelo
Instituto Inter-regional de Estudos de Crime e Justiça das Nações Unidas revela que Londres
hoje é considerada a capital do crime na Europa. Os índices de crimes a mão armada na
Inglaterra e no País de Gales cresceram 35% logo no primeiro ano após o desarmamento.
Segundo o governo, houve 9.974 crimes envolvendo armas entre abril de 2001 e abril de 2002.
No ano anterior, haviam sido 7.362 casos. Os assassinatos com armas de fogo registraram aumento de 32%. A polícia já está armada. Nos Estados Unidos, onde a decisão de permitir o porte de armas é adotada independentemente
por cada estado, todos os estados com leis liberais quanto ao porte de armas pela população
ordeira têm índices de crimes violentos em muito inferiores à média nacional, enquanto os estados com maiores restrições ostentam índices de crimes violentos expressivamente superiores
à média nacional. Washington, onde a proibição é total, é a cidade mais violenta dos EUA.
Você não verá as informações acima disseminadas na imprensa local. Com honrosas exceções,
a imprensa está fechada com as ONGs internacionais que pregam o desarmamento, por mais
perigoso e ineficaz, Deus sabe com que propósitos. Armas em poder da população ordeira e responsável salvam vidas e defendem propriedade.
Leis de desarmamento afetam somente a população ordeira. Em 2003, com a aprovação do absurdo Estatuto do Desarmamento, o Brasil iniciou o processo
de desarmar a população ordeira. Salvo engano, isso quer dizer Você. E se você não lutar
contra isso, você ou sua família poderão ser as próximas vítimas indefesas. Com armas, somos cidadãos. Sem armas, somos súditos. Quem desarma a vítima fortalece o
agressor. Na hora do perigo, será que a polícia vai estar lá? Chamar a polícia pode levar alguns segundos, esperar por ela pode levar o resto da sua vida. Uma arma na mão é melhor que um policial ao telefone. O Brasil tem a mania de andar na contra-mão da história. E aqueles que tomam, por nós, as
decisões, estão confortavelmente protegidos pelo aparato de segurança do Estado, circulando
em carros blindados, tudo pago pelo nosso dinheiro. A única coisa que temem é o uso
consciencioso do voto. Do nosso voto. Quem não luta pelos seus direitos, não tem direitos. Repassar essa mensagem pode ser a sua
forma de lutar. Escolher bem na hora de votar, exigir o compromisso de cada candidato com
a sua segurança, também. Não atire para matar, mas atire para ficar vivo. Criminosos adoram o desarmamento das vítimas.
Faz a atividade deles muito mais segura.

8/02/2005

Política da Morte

::: Comissão recomenda liberação do aborto no Brasil www.estadao.com.br A comissão criada pelo governo federal recomendou oficialmente a descriminação do aborto. Política da Morte Um bom exemplo da cultura da morte promovida pelo partido comunista, um bando de gente que se acha no direito de ditar a forma que os outros têm que viver. Em seu fervor, os comunistas mataram milhões de pessoas na China e Rússia, re-educando (lavagem cerebral) quem não concorda com eles em campos de concentração. Apesar do fracasso óbvio da sua doutrina, eles não desistem. Para eles, o ser humano é uma máquina biológica a ser administrada. Por isso não surpreende que eles tratem um bebê humano de 4 meses como lixo. Ele não produz para o Estado, só dá despesa. Se ele será pobre, ou se a família tiver problemas, é só matar. Resolvido. Menos uma boca para o Estado ajudar. Também não surpreende que uma pequena comissão sem NENHUMA representatividade decida o texto da proposta. Dane-se o desejo da população, é assim que eles trabalham, afinal entendem mais de nossas vidas que nós mesmos. A mesma perspectiva é usada para se tirar a responsabilidade das pessoas, afinal o Estado sabe mais que elas. Não há nada neste mundo mais sagrado e mais belo que um bebê. Se a morte de bebês for sancionada, não existirá nada neste mundo que valha a pena se lutar. E certamente a conveniência e conforto de ninguém vale uma vida. O Brasil é um país de compaixão, onde as pessoas ainda adotam bebês mesmo sem ter dinheiro e acreditam que Deus ajuda quem quer ajudar aos outros. Existem dezenas de políticas a serem implementadas para ajudar as mulheres em necessidade. Esses monstros precisam ser combatidos antes que passem suas leis por baixo dos panos. Precisamos entender que esse tipo de raciocínio não pára no aborto, mas tem sua consequência lógica no extermínio dos incapacitados, dos doentes terminais, de qualquer um que for considerado inútil ou indesejado pela sociedade. No futuro, pode ser mesmo um de nós.

8/01/2005

Espionagem Chinesa

China's Spies Come Out From The Cold Essa é boa. Os chineses enviaram 600 mil estudantes ao exterior nos últimos 25 anos. O que não se sabe é que muitos deles são espiões, que acabam contratados por empresas dos EUA e Europa e passam segredos empresariais e tecnológicos para a China. Calcula-se que a China tenha 3,000 empresas de fachada nos EUA apenas para espionar. (artigo em inglês) Enquanto isso, por aqui no Brasil, se derem uns US$ 100 mil e uma passagem para Miami o cara é capaz de dar a chave do reator de Angra, a senha do computador da Embraer e de troco a coroa do imperador Dom Pedro. Ou será que se esqueceram do que fizeram com a taça Jules Rimet ?

7/29/2005

O Que Fazem As Marcas Mais Poderosas

O que a gente vem falando há muito tempo...com o bloqueio da comunicação, o que vale cada vez mais é ou um bom produto, ou um bom monopólio. Marcos O que fazem as marcas mais poderosas Business Week | Valor Econômico - 25/07/2005 - edicão nº 1309 Anunciantes que querem atingir a família Bublitz, de Montgomery, Ohio (Estados Unidos), precisam superar muitos obstáculos. Telemarketing? Esqueça - essa família de cinco membros possui identificador de chamadas no telefone. Internet? Sem chance - há muito tempo eles instalaram bloqueadores de spams e anúncios "pop-up" (aqueles que vivem ´pipocando´ pela tela) nos três computadores que têm em casa. Radio? Rudy Bublitz, de 47 anos, possui um rádio não comercial por satélite em seu automóvel e em casa. Televisão? Improvável - a família grava seus programas favoritos no TiVo e apaga a maioria dos comerciais. "A melhor coisa é que quando queremos nos livrar da propaganda, nós podemos fazer isso", diz Rudy. "Hoje, nós controlamos os anunciantes." Os Bublitz e outros consumidores que, como eles, não gostam de propaganda, representam hoje em dia um desafio enorme para os marketeiros que tentam criar novas marcas e alimentar as antigas. Para saber quais marcas estão se saindo bem - e quais não estão -, a tabela ao lado mostra o quinto ranking anual "BusinessWeek/Interbrand" das 100 marcas globais mais valiosas. Os nomes que ganharam mais em valor concentram-se implacavelmente em cada detalhe de suas marcas, aperfeiçoando identidades simples e coerentes que sejam consistentes com cada produto, em cada mercado ao redor do mundo, e em cada contato com os consumidores. Os melhores criadores de marcas também são muito criativos na transmissão de suas mensagens. Muitas das maiores e mais bem estabelecidas marcas, da Coca-Cola aos cigarros Marlboro, conseguiram o peso que têm nos mercados mundiais décadas atrás, ajudando a criar os comerciais de TV de 30 segundos. Mas o mundo hoje é diferente. As redes de TV monolíticas se despedaçaram em uma variedade de canais de TV a cabo, e as publicações de mercado de massa deram lugar a revistas especializadas voltadas para grupos menores de pessoas. Dada essa fragmentação, não surpreende que exista hoje uma nova geração de marcas que inclui a Amazon.com, eBay e Starbucks, que conseguiram enorme valor global com pouca propaganda tradicional. As marcas que subiram ao topo do ranking da "BusinessWeek" já possuíam arsenais de marketing variados e tinham como realizar campanhas diferentes para consumidores e mídias diferentes quase que simultaneamente. Elas entrelaçaram mensagens em múltiplos canais de mídia e tornaram menos definidas as linhas entre os anúncios e o entretenimento. Como resultado, essas marcas podem ser encontradas em uma série de novos locais: a internet, eventos ao vivo, telefones celulares e computadores de mão. Alguns marketeiros vêm trabalhando para tornar as mensagens de suas marcas apreciáveis ao ponto em que os consumidores possam vê-las como entretenimento, ao invés de uma intrusão. Quando as marcas líderes são vistas na TV, elas estão aptas a assumir seu papel de coadjuvantes - como fez a Toyota (a nona do ranking) no reality show "The Contender" -, ao invés de apenas dar apoio à programação durante os intervalos comerciais. Todas estão tentando criar um laço mais forte com os consumidores. Não é acidental que a maioria das companhias com as maiores melhorias no valor de marca no ranking de 2005 operam como marcas individuais em todas as partes do mundo. O marketing global costumava significar a elaboração de um novo nome e identidade para cada mercado local. A Tide, maior marca de sabão em pó dos Estados Unidos, chama-se Ariel na Europa (e no Brasil), por exemplo. No entanto, para muitos o objetivo hoje é criar consistência e impacto, que são muito mais fáceis de serem administrados quando se tem uma única identidade mundial. É também uma abordagem mais eficiente, uma vez que a mesma estratégia pode ser usada em todas as partes. Uma pessoa que faz compra pelo site da eBay em Paris vê a mesma tela que uma pessoa que está em Paris, Texas. Apenas o idioma é diferente. Os bancos globais HSBC (número 29 do ranking), que registrou um crescimento de 20% no valor de sua marca, e o UBS(número 44), com aumento de 16% no valor de sua marca, usam as mesmas estratégias de propaganda no mundo todo. Uma pessoa que faz compra pelo eBay em Paris vê a mesma tela que uma pessoa que está em Paris, Texas. Só o idioma muda" É provável que nenhuma marca tenha feito um trabalho melhor em explorar o potencial desses novos princípios de formação de marca que a Samsung Electronics, o grupo sul-coreano de produtos eletrônicos de consumo. Começando em 2001, a redefinida Samsung surgiu com uma linha de telefones celulares de alta qualidade e televisores digitais, produtos que demonstraram as habilidades técnicas da companhia. Ao melhorar a qualidade de suas ofertas acima da concorrência nessas áreas, a Samsung percebeu que poderia melhorar a percepção geral sobre sua marca. Além disso, os consumidores criam laços especialmente fortes com telefones celulares e aparelhos de TV. Agora essa estratégia está rendendo frutos. Nos últimos cinco anos a Samsung (20ª no ranking), registrou o maior ganho em valor que qualquer uma das 100 maiores marcas globais, com um crescimento de 186%. E ainda melhor: no ano passado a Samsung superou a Sony(28ª no ranking), uma concorrente bem mais estabelecida e que já foi "dona" da categoria de produtos eletrônicos. Agora, seguindo a Samsung, a LG Electronics, outro grupo coreano de produtos eletrônicos de consumo, decidiu adotar os mesmos procedimentos da concorrente. A LG entrou no ranking pela primeira vez este ano, na 97ª posição, e também está tentando elevar seus produtos sob uma única marca liderada pelos celulares e aparelhos de TV. Algumas das marcas mais antigas do ranking da "BusinessWeek" estão claramente lutando para refazerem seu marketing e mix de produtos, para que eles se adeqüem a um mundo mais complexo. Neste ano os maiores perdedores em valor de marca incluem a Sony (queda de 16%), Volkswagen (queda de 12%) e Levi´s (11%). "A Volkswagen está bem ciente de suas atuais deficiências", diz Wolfgang Bernhard, diretor de marca da VW. A Sony, que contesta que esteja perdendo valor de mercado, vem sofrendo com uma falta de inovações. A gigante dos produtos eletrônicos inventou o Walkman, mas deixou a Apple revolucionar o segmento com os MP3 players portáteis e o download digital e organização de músicas pela internet. Enquanto isso, os negócios da Sony nas áreas de cinema e música colocaram a companhia em áreas em que sua marca não ganha valor. E pior: essas aquisições tornaram a Sony uma concorrente de outros provedores de conteúdo. Isso, observa Weedfald, da Samsung, dá à sua companhia uma vantagem na conexão aos melhores filmes e músicas. A Samsung, por exemplo, é a principal patrocinadora do filme que está sendo a sensação do verão americano, "O Quarteto Fantástico", no qual uma variedade de engenhocas da Samsung aparecem. A VW enfrenta problemas diferentes. Ela vem tentando entrar no mercado de automóveis de luxo com os modelos Touareg, um utilitário esportivo, e o sedan Phaeton; mas ela está deixando os compradores confusos, pois estes associam a companhia a carros ligeiros e baratos. Do mesmo modo, o lançamento pela Levi´s de sua linha Signature, de jeans mais baratos que são vendidos em lojas de descontos, significa que ela agora compete no segmento de preços mais baixos, ao mesmo tempo em que tenta derrotar rivais como a Diesel na faixa de preços mais caros. É claro que definir a essência de uma marca é apenas parte da batalha. Colocá-la em contato com o consumidor é outra. Nesse front, está claramente havendo uma divisão entre as marcas mais novas, que usam a propaganda tradicional apenas como uma ferramenta de um plano geral de marketing, e as marcas mais antigas, que cresceram com a propaganda tradicional. A Sony, por exemplo, gasta muito mais que a Samsung com propaganda tradicional nos Estados Unidos no segmento de produtos eletrônicos. Muitas marcas jovens que registraram grandes ganhos em valor, como a Google, Yahoo! e eBay, dependem de seus próprios sites interativos para divulgarem suas marcas. Um bom design envolve mais do que uma boa aparência, há a facilidade de uso. A Apple mostrou isso com o iPod" Agora algumas marcas mais antigas, como a Coca-Cola, a número 1 no valor de marca geral, e a McDonald´s estão diminuindo os gastos com propaganda tradicional. Nos últimos quatro anos o McDonald´s reduziu a propaganda em televisão de 80% do seu orçamento para 50%. Os marketeiros voltados para a televisão estão tentando tornar as mensagens de marca tão atraentes quando a programação. No ano passado a Toyota, cujo valor de marca cresceu 10%, pagou US$ 16 milhões para ter seus veículos como parte do reality show "The Contender", transmitido pela NBC, onde boxeadores desconhecidos disputam um prêmio em rede nacional. O prêmio: US$ 1 milhão e uma picape Toyota. A rival Nissan, cujo valor de marca aumentou 13%, vêm estacionando suas picapes Titan na Wisteria Lane, a rua onde moram as personagens da série "Desperate Housewives", da ABC. E a TV e o cinema não são os únicos alvos. A Coca-Cola, o McDonald´s, número 8 no ranking, a vodka Smirnoff (88), BMW (16), a Pepsi (23) e a rede de fast-food KFC (61), estão entre as companhias que estão fechando negócios para plantarem suas marcas em videogames e até mesmo em letras de músicas. Marcas da "velha guarda" como a American Express (14), também estão tomando o caminho do entretenimento. Mesmo assim, nenhuma dessas jogadas de marketing é uma aposta certa num mundo em que a propaganda da velha escola significa menos. É por isso que muitos marketeiros estão investindo no design como uma maneira fundamental de distribuir suas marcas e permanecer na liderança tecnológica. "O design não é só a promessa de uma marca, como a propaganda na TV - é a realidade dela", afirma Marc Gobe, principal executivo da consultoria de design Desgrippes Gobe. A Samsung triplicou seu staff mundial de design para 400 pessoas nos últimos cinco anos. A Motorola (número 73 do ranking), cujo valor de marca cresceu 11%, e a Philips Electronics (53), aumentaram os gastos com design. Um bom design envolve mais do que uma boa aparência. Envolve também a facilidade de uso. A Apple demonstrou isso com o seu iPod. Os usuários podem escolher ou baixar músicas do banco de músicas iTunes com o toque de um dedo. Isso atrapalhou as vendas do Walkman tocador de MP3 da Sony, que vem sendo criticado como muito desajeitado. A era da formação de marcas, principalmente, através da propaganda na mídia de massa acabou. O pensamento predominante dos formadores das marcas mais bem sucedidas do mundo, hoje em dia, não é tanto o do velho jogo do alcance (quantos consumidores irão ver meu anúncio) e da freqüência (quantas vezes os consumidores irão vê-lo), mas sim encontrar maneiras de fazer com que os consumidores convidem as marcas a entrarem em suas vidas.

7/25/2005

Hoje Ser Bom Marketeiro É Para Idealistas

A gente às vezes se mata de discutir sobre técnicas de marketing e como fazer as coisas direito, enquanto aquele diretor de marketing ridículo do Banco do Brasil, com sua gravatinha borboleta, leva mais de R$ 300 mil de bola para colocar uma agência de propaganda picareta na empresa. Será que esse cara e tantos outros diretores de marketing por aí foram escolhidos por seu conhecimento de técnicas mercadológicas, por sua história de sucesso, ou pela escola onde estudou ? É claro que não. Daí a gente vê porque tanto lixo vai para o ar, quantas empresas tratam o consumidor como idiota, quantos produtos porcaria são lançados. É porque a última coisa que o cara lá em cima está pensando é em fazer um bom marketing. E a gente ainda se dá ao trabalho de analisar e comentar a campanha feita de qualquer jeito que eles fazem, nos intervalos das falcatruas. É difícil arrumar motivação para continuar a fazer um bom trabalho em marketing quando a situação aí fora está assim. Hoje a pessoa precisa trabalhar bem para si mesmo, por respeito a seus ideais e a Deus, se acreditar; deixa os outros para lá, porque se parar para pensar, não faz mais nada. Retomar a ética será uma tarefa gigantesca, mas uma obrigação para com nossos filhos.

Exemplo de Bom Uso de Tecnologia

Perdi não sei como meu carnê para pagar o seguro do carro. Através de um telefonema para a AGF, consegui que o atendente rapidamente me enviasse por email uma cópia da fatura com o código de barras para pagamento, inclusive com opção para adiar a data de vencimento. Este é um excelente exemplo de bom uso da tecnologia para facilitar a vida do cliente, de um procedimento construído não a partir da tecnologia, mas sim a partir de uma necessidade real do segurado. Parabéns para a AGF.

Só desarmar não basta, dizem especialistas

Essa é a última demagogia de um governo que não tem coragem ou vontade de limpar a polícia e o Judiciário e acabar com o suprimento de armas contrabandeadas e roubadas dos quartéis e delegacias - um referendo montado para ser uma marmelada, mostrando apenas um lado da história. Se a população não puder comprar mais armas, os únicos armados vão ser os bandidos. Vai ser bom para eles invadirem as casas sabendo que o morador está desprotegido. Outro fator importante é o político: desde o tempo da Revolução Americana se sabe que uma população armada pode vir a lutar por seus direitos, que as armas são a última garantia do cidadão contra a ditadura, prisão e morte ilegais. Pudera que Hitler, Stalin a Mao implantaram uma lei semelhante a essa que o Brasil quer ter, assim que subiram ao poder. Folha Online - Cotidiano - Só desarmar não basta, dizem especialistas - 25/07/2005

7/11/2005

Internet PelaTomada de Luz

Uma excelente idéia, que pode revolucionar a internet nos países pobres: a conexão de internet através da linha de eletricidade. Nos EUA, a tecnologia é vista como uma forma de chegar a lugares remotos, mas em países como o Brasil poderia ser uma opção para a maioria dos lares. (artigo em inglês) Tomara que essa idéia pegue e que o projeto do notebook de US$ 100 do MIT para o Brasil venha de carona. Uma das razões do crescimento exponencial da internet na China é que o micros são muito baratos. Como eles pirateiam tudo e exportam muito, acaba sobrando para o mercado interno. O Brasil precisa acompanhar com urgência esta tendência de inclusão digital, para não ficarmos para trás no trem da história. HoustonChronicle.com - CenterPoint tests high-speed access via wall sockets

7/07/2005

Correios: Como Não Oferecer Serviços no PDV

Os Correios são um excelente exemplo do assunto discutido no artigo Serviços no Varejo. Após uma estratégia equivocada de oferecer uma série de serviços agregados como TeleSena e outros, o usuário que vai à agência enviar uma correspondência pensa duas vezes antes de entrar em uma fila imensa. Não existem máquinas automatizadas de venda de selos. O serviço principal fica totalmente comprometido pelo oferecimento de serviços acessórios. Uma boa solução seria o uso da loja virtual. Porém, ali vende-se de tudo e demora-se uns quinze minutos até se achar os selos, que deveriam estar na página principal. Após se fazer a compra, a coisa fica pior: a única opção de envio é o Sedex, que chega em 5 dias úteis. É um absurdo que os Correios não ofereçam a entrega dos selos através de carta simples, que em São Paulo chega em um dia e custa R$ 0,55 . Pior ainda, o Sedex demora um ou dois dias para entregar qualquer coisa, e não 5 dias. Você acaba tendo que pagar R$ 7,50 pelo envio. Um roubo. Mas não pára por aí: ao finalizar a compra, o sistema trava e a página de confirmação de pagamento não aparece. Desses jeito, com todas as denúncias de corrupção, não existe defesa contra uma privatização desse setor.

7/05/2005

Exemplo de Ação do CONAR

Como mencionei na última newsletter que o CONAR andava sumido, a assinante Milena Prado, que trabalha no marketing da ProCobre nos enviou o resultado de uma ação recente na qual eles conseguiram uma vitória no órgão. Obrigado por compartilhar, Milena, é um encorajamento para que outros façam valer seus direitos (Itaú ? Close Up ?). ---------------------------------------------------------------------------- Fabricante suspende veiculação de anúncio após conciliação no Conar Campanha publicada em revistas e em folhetos distribuídos em pontos de venda denigria a imagem do cobre Uma reunião de conciliação coordenada pelo Conar (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) encerrou uma recente campanha publicitária da Aqua System (marca de tubulações para uso hidráulico). Veiculado em diversas publicações impressas e também em folhetos distribuídos em pontos de vendas em todo o País, o anúncio causou grandes danos à imagem do cobre. Usando a frase “Dê adeus à era do Cobre” e uma imagem de uma soldagem de tubos de cobre, a propaganda passava uma mensagem de que o cobre era “coisa do passado”, uma matéria-prima ultrapassada por novas tecnologias. Considerando a atual presença bem-sucedida dos tubos de cobre neste mercado e a sua comprovada eficiência e durabilidade, aclamada pelos profissionais do setor, o Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre) decidiu buscar a reparação desta ação e entrou com a reclamação junto ao Conar. Após os debates, o grupo responsável pela publicidade da Acqua System se comprometeu em não mais veicular os anúncios, nem utilizar novamente a imagem de tubos de cobre e a chamada “Dê adeus à Era do Cobre” ou qualquer outra expressão que denigrisse a matéria-prima cobre, declarando também que as novas campanhas serão do tipo “testemunhal”. Além disso, a empresa concordou em não mais distribuir os folhetos e catálogos já impressos (foi combinado um período de 6 a 8 meses para a retirada total do mercado) e disse que um novo material será editado, com outras mensagens. O termo de conciliação foi aceito por todas as partes envolvidas na representação ética n° 134/05 e assinado no dia 1° de junho de 2005, na sede social do Conar.

7/04/2005

Socialismo do Tio Patinhas

Só no Brasil uma viagem de 400 km de carro sai mais cara que ir de avião. Esta situação é emblemática da maneira que o governo brasileiro constrói nosso "socialismo moreno" : sob a mentirosa justificativa de justiça social, toma-se o dinheiro do povo através de impostos absurdos e dá-se para uma elite de priviliegiados composta de funcionários públicos, juízes e empresários amigos do governo todo tipo de privilégio e regalia. É o falso socialismo a serviço do capitalismo mais selvagem do planeta. R$ 98 de pedágio para andar 451 km ? Um presente assim nem Mussolini deu para seus amigos. O pior é que não existe alternativa ao PT. Vejam só: um dos concorrentes à presidência virou ministro, o outro quer construir uma pista pedagiada na Marginal do Tietê. Nenhum político brasileiro ataca o maior problema da Nação: o tamanho do Estado. Todos eles querem um governo gigantesco, massacrando a classe média, para usarem como ferramenta de distribuição de favores e poder. Com reajuste de pedágio, avião sai mais em conta que carro - Economia ::: últimas notícias ::: www.estadao.com.br

7/02/2005

Falta de Criatividade na Propaganda

Mais uma evidência que a propaganda brasileira está sem criatividade (depois do Olla copiar o Itaú): O novo comercial do Fiat Palio, onde o rapaz que dirige e sua amiga são feios, tornando-se bonitos ao entrar no carro. É exatamente IGUAL ao comercial de creme dental (tão ruim que nem lembro o nome da marca) onde a moça fica bonita porque usou o dentifrício. Dá-lhe efeito de computador quando não se tem boas idéias. O pior é que o comercial não vende nada o produto.

A Baixaria da Campanha de Outdoor do Olla

Esta é uma discussão que tomei parte na lista ToTheTop e que gostaria de compartilhar aqui: (Minha Resposta) Acredito que exista um espaço para uma campanha mais arrojada quando se trata de um produto como esse. Sou totalmente a favor da liberdade de expressão, contanto que o leitor/consumidor tenha a liberdade de receber ou não a mensagem. Esta campanha NUNCA poderia ser veiculada em outdoors, uma mídia que não pode ser evitada e que será vista por crianças e pessoas idosas. É um total desrespeito à sociedade. Vamos ver se o CONAR faz alguma coisa ou prova de vez que é só uma fachada para evitar que o governo cumpra com sua responsabilidade de fiscalizar abusos. O outro aspecto relevante é que quando a criatividade anda em baixa, o jeito mais fácil de ganhar atenção é chocando. Copiar uma campanha existente e encher ela de sacanagem é mesmo um trabalho bem fácil. Marcos Dutra www.pensandomarketing.com -----Original Message----- Subject: TTT> Re: A Campanha Olla está funcionando? Caros Companheiros do TTT Tenho visto em outdoors por toda a cidade de São Paulo a nova campanha dos preservativos Olla, criada pela agência Age - imitação da campanha do Itaú - e que, ao meu ver, tem um forte humor negro por trás.... Será que está funcionando??? Segundo matéria publicada pela Gazeta Mercantil no começo do mês, Olla sai às ruas em sua primeira grande ação, e a campanha outdoor representa um pontapé inicial em uma série de ações de comunicação programadas para o ano. Segundo colocado no mercado brasileiro em unidades vendidas, o preservativo Olla tem metas desafiadoras. O objetivo da empresa detentora da marca, a Indústria Nacional de Artigos de Latex (Inal). é crescer 20% em 2005, o dobro do estimado para o mercado de preservativos. Ao todo, são 15 diferentes outdoors, e para os que ainda não viram, seguem abaixo algumas das frases expostas na campanha. Segundo o gerente de vendas e trade marketing da Olla, Douglas Viana, o mercado atingiu um ponto de maturidade. ::Mas ainda temos muito potencial para crescer::, explica, ao acrescentar que justamente por isso a empresa resolveu agora investir em publicidade*. Algumas das mensagens expostas: SELVAGENS - Essa é pra vocês (e mostra parte do outdoor arranhado) PRECOCE - Essa é pra vocês (parte da última letra não aparece) PAPAI / MAMÃE - Essa é pra vocês (o outdoor PAPAI está em cima do MAMÃE, que aparece de ponta- cabeça) LARGOS - Essa é pra vocês (outdoor mais largo que o normal) FINOS - Essa é pra vocês (outdoor bem mais fino e mais comprido que o normal) TORTOS - Essa é pra vocês (outdoor torto, deformado) AVANTAJADOS - Essa é pra vocês (três outdoores emendados um ao outro) CURTOS - Essa é pra vocês (metade de um outdoor normal) GAYS - Essa é pra vocês (outdoor com as cores do arco-íris) CIRCUNCISADOS - Essa é pra vocês (outdoor com as letras cortadas em cima) BROCHAS - Infelizmente não podemos ajudá-los (outdoor torto - ::caindo:: da parede) ATIVOS / PASSIVOS - Essa é pra vocês (como Papai e Mamãe, Ativo está quase em cima de Passivo) O que o grupo pensa desse tipo de mensagem? Será que os consumidores estão maduros o suficiente para encarar com humor esse tipo de apelo? E mesmo o estilo de mensagem, muito parecida com a que o Itaú está fazendo, vcs acham ético plagiar assim essa boa idéia? Particularmente achei engraçada a campanha em início, mas me senti ofendida quando vi o outdoor do Papai e Mamãe. Daí surgiu o questionamento que divido com vcs agora. Abraços, (nome omitido para preservar a privacidade) *fonte: Gazeta Mercantil - São Paulo, 9 de Junho de 2005.

6/30/2005

Fórum de Globalização de Wharton - Novo Modelo Mundial

Professor de Wharton discute globalização e o novo modelo mundial: Russia fornece os recursos naturais, Japão fornece a tecnologia, China fabrica e Índia fornece os serviços. E o Brasil ? Os EUA a gente já sabe, só ficam no caixa. Algumas considerações sobre o consumidor que batem com nossa posição sobre individualização do marketing, ou seja, o consumidor fazendo suas escolhas individuais através da tecnologia (versus segmentação em grupos feita pela empresa). Mais e mais "terceiriza-se" o serviço de compra para o próprio consumidor. Está em inglês mas vale a pena ler, é a transcrição de um debate de um Fórum sobre globalização. Globalization Forum: Looking at the Market's Successes and Failures - Knowledge@Wharton

6/29/2005

Promoção por Telefone

Neste mercado tão comoditizado como o de promoções, qualquer nova iniciativa é válida. Passe em qualquer Carrefour e veja como os stands, as promotoras de degustação são todas similares. Ninguém aguenta mais aquelas pilhas de produtos com um carro no meio, onde você tem que enviar um cupom pelos correios para concorrer. Não se vê nada de novo. A agência Bullet introduziu neste cenário a promoção por telefone. Nela, o consumidor recebe um número de telefone para o qual liga quando chega em casa com o produto. Imediatamente pode saber se ganhou o brinde, e pode se cadastrar para o sorteio de um prêmio maior. Já fizeram com Gatorade e Coqueiro (ambas da Quaker). Também colocaram um número de telefone no DVD dos Incríveis, conseguindo 11 mil cadastros em um dia, com o incentivo de pr6emios para quem ligasse. Análise do Pensando Marketing: Prós: sem dúvida é mais fácil ligar que escrever e é excelente para obtenção de cadastros para ações futuras.
Contras: tem pouco incentivo para compra por impulso. Nem dá para comparar com um brinde on-pack, que está ali na cara do consumidor, ou sorteio que acontece na própria loja, onde existe o fenômeno do "experience marketing". Não deve gerar grande aumento de volume, já que quem acaba ligando já comprou o produto de qualquer forma. Fonte: About-maio 2005

6/27/2005

Que Capitalismo É Esse ?

Nesta semana, a Suprema Corte Americana decidiu que uma casa pode ser desapropriada pela cidade, não para a construção de uma avenida, uma estação de metrô ou uma escola pública, mas para se construir um shopping ou um WalMart. É uma tremenda mudança em um país que se gabava da liberdade e direitos individuais. A pessoa pode ter uma casa que era da família por gerações, ou uma casa que lutou a vida toda para comprar e vem o governo, paga sabe-se lá quanto e dá o terreno para alguém ganhar dinheiro. Imagine o mar de corrupção e lobby que isso vai gerar. Mais e mais se vê que a antiga divisão esquerda X direita não serve para muita coisa. Aqui no Brasil o governo socialista toma as estradas construídas com o suor do povo e dá para as empresas se encherem de dinheiro com pedágio. Dá na mesma, é o governo como instrumento de distribuição de renda da população para interesses privados. A única diferença é a retórica: um diz que é para promover o crescimento e prosperidade através do business, enquanto o outro arranca a pele da sociedade (inclusive dos pobres) com impostos para distribuir o dinheiro a grupos de interesse com uma justificativa social. Só há uma solução: um governo drasticamente menor e maior liberdade para a sociedade, algo que nenhum político de nenhum país quer.

6/24/2005

ABA - Associação Brasileira de Anunciantes

O Pensando Marketing estará na semana que vem no maior evento de merchandising do Brasil, O PDV no Marketing Mix. Esperem por novidades no site com os hot topics discutidos lá. ABA - Associação Brasileira de Anunciantes: "O PDV no Marketing Mix é o mais importante e completo evento na área de merchandising e marketing no varejo do Brasil. Realizado sempre em parceria com o POPAI Brasil, o PDV apresentará as novidades que possibilitam o aumento da eficácia das ações mercadológicas no ponto-de-venda, além de debater cases realizados e projetos em fase de implementação. O evento será realizado no Centro de Convenções Transamérica, durante o GlobalShop South América. Além de ser a intersecção entre a cadeia de produção e a de consumo, o ponto-de-venda é um fator essencial do marketing mix, pois é nele que acontece o momento da verdade de todas as estratégias e táticas de marketing. No evento de 2005, serão debatidos tanto a criação e a expansão dos canais de distribuição de produtos e serviços, como as novas alternativas de comunicação no PDV e as novas experiências capazes de gerar maior envolvimento e satisfação dos consumidores, resultando em maior potencial de negócios para as empresas industriais, comerciais e de serviços. "

Marqueteiros de Portugal

O site Pensando Marketing tem recebido várias visitas de internautas portugueses, porém não temos ainda nenhum artigo de Portugal no site. Gostaria de dar as boas vindas aos executivos portugueses e convidá-los a enviar artigos sobre negócios em seu país e na Comunidade Européia.

6/22/2005

Haja Paciência com a Vivo

Infelizmente, com a terceirização e popularização do telemarketing ativo, esta atividade está beirando a falta de ética, como já é há muito tempo nos EUA. A nova campeã do pedaço é a Vivo que, sabe-se lá Deus como, conseguiu os números dos assinantes TIM e não pára de ligar para eles com promoções sempre piores que os planos da italiana. Agora, eles usam um computador que disca para a pessoa por dois meses seguidos: quando você atende, a linha cai. Quando tenta retornar a ligação, dá número não listado. Até que um dia a ligação foi completada e um coitado de um atendente tentou vender sua promoção, apenas para escutar uma grande reclamação. Pois é: que direito tem uma empresa de ligar por dois meses para a casa de um consumidor, em seu celular, na hora do jantar ? Nenhum. Onde foi que eles conseguiram esses números ? A Vivo já era famosa por atacar a TIM com anúncios mentirosos e agora apela para mais essa tática totalmente anti-ética. Por que, ao invés de apelar, a Vivo não traz um mercado um plano que seja vantajoso, como é o Plano 500 da TIM ?

6/18/2005

Agência Tenta Vender Capa da Isto É Dinheiro para Schincariol

Vejam só porque a Internet cresce como meio de informação verdadeira. A Lew Lara tentou vender a capa da revista Isto É Dinheiro (o nome é apropriado) para a Schincariol, de acordo com a Polícia Federal. Como dá para acreditar em qualquer coisa que sai sobre negócios nessas revistas? Agora dá para entender quantas reportagens de rasgação de seda aparecem falando maravilhas de uma empresa ou de uma pessoa, quando todo mundo que trabalha na empresa sabe que a verdade é o contrário. Outra coisa: você já reparou como quando um executivo sai na capa de uma certa revista de negócios, ele está desempregado em 3 meses? É um tal de troca de favores, de anuncia aqui que eu falo bem de você, que é um insulto ao coitado do leitor que paga pela revista. Dificilmente se põe o dedo na ferida, nunca se mostram os problemas reais. Eu obtenho 95% da informação que preciso da Internet. Mais e mais precisamos de gente como os assinantes do Pensando Marketing para construir uma Internet democrática, pessoas que trazem seu conhecimento e opinião de forma sincera e desinteressada. Folha Online - Dinheiro - Fita da PF mostra publicitário oferecendo capa de revista - 18/06/2005

6/17/2005

Gillette Lança Depilador Que É Um Vibrador ?

A mídia americana está dizendo que a Gillette lançou seu novo aparelho de depilar feminino para ser um vibrador disfarçado, para vender para mulheres que não têm coragem de entrar em um sex-shop. Pela descrição, parece verdade, apesar de (é claro) a Gillette não falar nada sobre este uso. Será que vale o risco na imagem para uma empresa tradicional fazer isso, tentando aumentar vendas? Será só um boato ou talvez um novo uso não previsto pela empresa? Visite o link abaixo (inglês) Another Hard, Hot Pink Shave / Ladies! Facing a long, lonely night alone with your stubble? You need a vibrating razor

Equipe de Vendas Terceirizada

Devido às fortes pressões de custos e à necessidade de manter investimento em propaganda, promoção e em concessões ao grande varejo, várias empresas de consumo dos EUA estão terceirizando suas equipes de venda. Os fornecedores são empresas enormes que utilizam vendedores de meio-período, que representam diversas empresas, conseguindo com isso uma redução de até 50% do custo desta atividade. O grande desafio é conseguir fazer de forma automatizada o que o vendedor faz com sua intuição: descobrir as necessidades específicas de cada canal, a periodicidade de reposição, o mix adequado. As empresas terceirizadas fornecem relatórios com o custo de cada visita, duração, pedidos, etc., considerados um controle melhor do que aquele usado pela maioria das empresas, então na teoria dá para fazer. Certamente as grandes dúvidas do uso de um sistema assim são: - terá o terceirizado o mesmo amor à camisa que o vendedor da empresa, - o quanto se perde em foco e clareza para o varejo seus produtos no meio de tantos outros, - não se cria um risco de atender mal o cliente ? Na minha opinião, acredito que esse sistema funcione em dois casos: projetos especiais de penetração em um canal/região para aumento de distribuição (por exemplo, quero aumentar minha presença nas drogarias do norte de São Paulo), seguido de venda direta por telemarketing; ou como maneira de empresas pequenas entrarem em mercados novos. Making the Most of "Feet on the Street"

6/15/2005

Experimenta, Experimenta !

Olha só...falamos várias vezes que a campanha da Schincariol era péssima e que não podia explicar o sucesso da cerveja. Agora, o diretor de marketing está na cadeia e as razões de um crescimento tão rápido ficam evidentes. Agora entendo de onde eles conseguiam tanto dinheiro para jogar no lixo com aquela agência de propaganda. Folha Online - Dinheiro - Megaoperação da PF contra sonegação prende donos da Schincariol - 15/06/2005

Celular de Baciada

Por falar em celulares, as empresas precisam fazer correndo um curso de merchandising para melhorar o material de ponto de venda. Hoje celular parece venda de saldão na Rua 25 de Março: um do lado do outro, sem nenhuma descrição de quais as vantagens de um fone sobre o outro. Só o celular e o preço ao lado. Já se foi o tempo quando se comprava o celular só porque ele era bonitinho e todo mundo queria o StarTac porque ele era pequeno. Hoje são todos iguais, mas o consumidor, que ainda decide no ponto de venda na maioria das vezes, não recebe nenhuma informação. Depender dos vendedores, nem pensar, eles sabem menos que a gente. Por que o material de ponto de venda não mostra as características de cada aparelho, em uma tabela, ou em um stand eletrônico que oriente (um wizard) o consumidor ao aparelho certo às suas necessidades? Não precisa muito para melhorar, é só copiar aquela classificação de absorvente: com abas, sem abas, noturno, super, etc. É só fazer um stand: com câmera, com internet, básico, etc. E aí você conversa com um headhunter do setor de Telecom e ele explica como as empresas estão investindo em profissionais de marketing com perfil de consumo, arrojados, etc. Hum hum...

As 3 telinhas: vendo as coisas da perspectiva do consumidor

Artigo curtinho mas interessante da Business2.0, mostrando as diferenças das 3 telas que dominam nossas vidas: a TV, o computador e o celular. O pior é que tem gente querendo misturar conteúdo de um tipo na outra, tentando vender novela no celular, por exemplo. Esse é o típico raciocínio de engenhenharia (sem preconceito, fiz dois anos de Poli), olhando as coisas do lado do produto ao invés do consumidor. O consumidor quando vê TV quer relaxar, sentar (ou deitar) no sofá da sala e ver uma bela imagem bem grande, passivamente. No computador, você interage, lê, escreve. É ruim assistir filme sentado na cadeira do escritório. Mas é bom para Internet. No celular então, é pior, aquela é uma ferramenta de comunicação, que você usa de pé, às vezes até dirigindo...até internet já é uma droga ver no telefone, imagine um filme. O conteúdo tem que ser próprio para cada situação. A verdade é que as empresas não sabem ainda o que fazer com o celular e dão tiros para qualquer lado. Como ferramenta de comunicação, celular funciona para voz, mensagens curtas e talvez uma internet especial, simplificada, com informação rápida e prática. E ainda não entendem quando a gente fala que precisa de marketing para orientar as decisões das empresas por aí. Business 2.0 :: Online Article :: Converge Sense :: The Three-Screen Problem

6/14/2005

Microsoft Censura os Blogs Chineses

Olha só que baixaria: a Microsoft está forte na China com seu portal MSN e 5 milhões de blogs. Mas seu sistema exclui palavras como direitos humanos e democracia dos sites. A empresa alega que é o preço de fazer negócios com os chineses. E depois dizem que o marketing é o culpado por tudo. Wired News: Microsoft Censors Chinese Blogs

6/11/2005

Volkswagen Consegue de Novo Atolar

No que é uma boa continuação do artigo sobre sinceridade em marketing, aparece mais um exemplo de um péssimo anúncio da campeã do mau marketing, a VW. Agora, no lançamento do novo Fox vestido de off-road, eles querem convencer proprietários de veículos fora-de-estrada grandes a trocarem seus carros por um pequeno Fox, devido à sua agilidade. Imagine só um dono de uma Pajero, uma Cherokee, vendo o comercial e pensando: "poxa, eu preciso de agilidade, vou vender minha Pajero e comprar um Fox". Ridículo. O comercial mostra que eles não entendem o que é um copy strategy: o público está errado, já que o comprador destes carrinhos maquiados são pessoas, a maioria jovens, que sonham com a Cherokee mas não têm dinheiro para comprar. É o mesmo caso daquelas micro picapes, como o Corsa cortado no meio com uma caçambinha que nao cabe uma bicicleta, que a pessoa compra para compensar o sonho de ter uma Ranger cabine dupla. A motivação, ou benefício emocional, também está errado. O comprador de um off-road grande quer mesmo é tamanho e prestígio, e não agilidade. Um desastre de marketing. 1o anos atrás, meu avô, todos meus tios, meu pai e eu tínhamos Volkswagen. Agora, só um tio ainda tem um. Destruíram uma das maiores marcas do Brasil e ainda continuam destruindo hoje o que resta. Para aqueles que não acreditam na importância do marketing, que acham que é uma besteira sem sentido, a Volkswagen é a maior prova que um péssimo marketing pode acabar com uma empresa.

Risco Calculado ou Agência Levando no Bico ?

Tem um canal de TV a cabo (Sony) fazendo comerciais de produtos com colagens de cenas de alguns de seus seriados, editados de forma a parecer que as atrizes estao usando os produtos anunciados. Por exemplo, em um deles as atrizes aparecem em cenas saindo do banheiro, enquanto se fala de um iogurte regularizador da flora intestinal. Em outro, fazem caras e bocas enquanto se fala de um cosmético. Uma pergunta: será que o estúdio americano ou as atrizes sabem que suas imagens estão sendo usadas assim ? A empresa anunciante brasileira precisa estar consciente do imenso risco que está correndo de levar um processo por uso indevido de imagem. Será que a agência está expondo esta situação para o cliente ou está tentando convencê-lo que é um patrocínio e não um anúncio? É muito difícil de acreditar que o contrato destas atrizes, algumas das mais famosas e bem pagas dos EUA hoje, inclua este tipo de ação.

Não Grite, Escute - Procter & Gamble na Internet

Um artigo interessante sobre a estratégia da Procter & Gamble na Internet. Eles querem falar menos (sempre foram grandes anunciantes) e escutar mais. Miuito dessa mudança foi causada pela enorme queda no preço das ações. (texto em inglês) Don't Shout, Listen

6/08/2005

Dois Quintos dos Infernos

Circulando pela Internet: Durante o século XVIII, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% da produção. Essa taxação altíssima, absurda, era chamada de "O Quinto". Esse imposto recaía principalmente sobre nossa produção de ouro. O Quinto era tão odiado pelas pessoas que foi apelidado de "o quinto dos infernos". Portugal quis, em determinado momento, cobrar os quintos atrasados de uma única vez - no episódio conhecido como a derrama. Isso revoltou a população gerando a inconfidência mineira, que teve seu ponto culminante no enforcamento do líder Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Essa história me faz pensar no presente. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário - IBPT, a carga tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano em 38% do PIB, praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Calcula-se que nossa capacidade tributária é de 24% do Produto Interno Bruto. Hoje, a carga tributária é o dobro daquela época da inconfidência mineira, ou seja, pagamos hoje dois quintos dos infernos!!! Só precisamos encontrar um novo Tiradentes... Veja quais são os 74 impostos no Brasil Com a criação da taxa de fiscalização e controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP nº 233/2004 - agora são 74 impostos e taxas no Brasil - correspondendo a 48,83% sobre o faturamento bruto das empresas. Confira a lista de tributos que pagamos no Brasil - segundo o sitio da Aclame. * Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM - Lei 10.893/2004 * Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968 * Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000 * Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação" * Contribuição ao Funrural * Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955 * Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT) * Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990 * Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Lei 8.621/1946 * Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993 * Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942 * Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991 * Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946 * Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946 * Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) * Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993 * Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados) * Contribuição Confederativa Patronal (das empresas) * Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico - CIDE Combustíveis - Lei 10.336/2001 * Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 9/2002 * Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional - CONDECINE - art. 32 da Medida provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002 * Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) * Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal) * Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8º, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT) * Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001 * Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) * Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) * Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.) * Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc. * Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974 * Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - lei 5.070/1966 com novas disposições da lei 9.472/1997 * Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) * Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9998/2000 * Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002. * Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) * Imposto sobre a Exportação (IE) * Imposto sobre a Importação (II) * Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) * Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) * Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) * Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica) * Imposto sobre Operações de Crédito (IOF) * Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) * Imposto sobre Transmissão Bens Intervivos (ITBI) * Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) * INSS - Autônomos e Empresários * INSS - Empregados * INSS - Patronal * IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) * Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) * Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro * Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - lei 10.870/2004 * Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto Lei 1.899/1981 * Taxa de Coleta de Lixo * Taxa de Combate a Incêndios * Taxa de Conservação e Limpeza Pública * Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental - TCFA - lei 10.165/2000 * Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - lei 10.357/2001, art. 16 * Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais) * Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - lei 7.940/1989 * Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23 * Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - lei 10.834/2003 * Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004 * Taxa de Licenciamento Anual de Veículo * Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal * Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999 * Taxa de Serviços Administrativos - TSA - Zona Franca de Manaus - lei 9960/2000 * Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da lei 9933/1999 * Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP) * Taxas de Outorgas (Radiodifusão, Telecomunicações, Transporte Rodoviário e Ferroviário, etc.) * Taxas de Saúde Suplementar - ANS - lei 9.961/2000, art. 18 * Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004 * Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais) * Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998 autoria desconhecida: sabendo o autor, favor avisar.

6/07/2005

Quem É O Cliente - Texto da Soraia Camargo

Um texto interessante da assinante Soraia Camargo Quem é o cliente ? As tentativas de, cada vez mais, conhecer um cliente, ou, até mesmo, uma maior e melhor aproximação da empresa junto a este, tem encontrado novos caminhos. Verdade? Muitas vezes, nós profissionais de marketing, em nosso dia-a-dia, fazemos também o papel de consumidor, dos mais diferentes produtos e serviços existentes. Diante de minhas experiências, posso dizer, que o relacionamento da maioria das empresas, principalmente as que prestam serviços, têm muito o que melhorar. Dizem, que nós só conhecemos realmente um produto ou serviço, quando necessitamos de informações ou esclarecimentos sobre eles. O contato pode tornar-se, “de primeira”, uma verdadeira paixão, pelo excelente serviço prestado, ou, ainda, um verdadeiro descontentamento, diante do tempo perdido, da dúvida mal esclarecida, das opções que levaram vários minutos para chegar a um atendente, da ligação que caiu, da mala direta de um produto para casados, sendo que você é solteiro, etc.. Marketing para eventos e divulgação é muito interessante e criativo, porém mais do que uma empresa vender e uma pessoa comprar, há uma sequência, até então, pouco explorada: o pós venda. Feito corretamente, claro, é uma mina de conhecimento e negócios, pois há uma continuação da venda . Em uma época que precisamos crescer, ganharmos da concorrência, lucrar, etc., esquecemos de administrar nosso banco de dados de clientes, para fazermos uma segunda venda. Que tal cumprimentá-lo pelo seu aniversário, recomendar uma revisão promocional em seu carro, oferecer pacotes para a conta telefônica que aumentou, sugerir uma viagem para o Nordeste com descontos, por trata-se de um cliente especial, etc.. O básico é bom. Bons tempos os do mercadinho ou da padaria, na qual conheciam nossos gostos ou nos chamavam pelo nome. Hoje, impossível, talvez você possa dizer, pois o consumidor mudou seus hábitos e costumes também. Porém, um bom relacionamento cabe em qualquer época. Soraia Camargo : Consultora de marketing e mercado financeiro. Experiência adquirida em 12 anos de trabalhos no segmento de Telecomunicações, Informática, Call Center e Serviços de Cobrança. Formada em Administração de Empresas, com pós graduação em Marketing. Contato : mktsoraia@terra.com.br

6/06/2005

Link para artigo Todos Marketeiro É Mentiroso

http://www.fortune.com/fortune/smallbusiness/ marketing/articles/0,15114,1053410,00.html Saiu na Fortune. Um artigo interessante e uma boa idéia do livro.

Sinceridade no Marketing

Os famosos marketeiros Ries & Trout colocam em seu livro "As 22 Leis Imutáveis do Marketing" uma dica que chamam da Lei da Sinceridade. Se você gerencia um produto que tem uma fraqueza óbvia, não tente escondê-la, mas abra o jogo com o consumidor, use humor e tente mostrar que as qualidades do produto superam esse problema. Um dos exemplos que ele dá ó famoso slogan da locadora Avis, a segunda maior do mercado "somos a número dois, por isso nos esforçamos mais", ou "com um nome como Smucker's, temos que ser muito bons". Seth Godin, o novo guru do marketing que escreveu os maiores best-sellers da década, como o Purple Cow e o Permission Marketing, agora traz a mesma idéia em um novo livro chamado "Todo Marketeiro é Mentiroso", onde ele afirma que o mercado está tão cínico e cansado de mentiras que a única estratégia eficaz daqui para a frente é a honestidade. Se contarmos o fato que a internet permite que os consumidores troquem experiências e recomendações sobre os produtos nos sites, vemos que não dá mesmo para enrolar mais ninguém. Mudando de canal para o Brasil, o que vemos? Três campanhas ao mesmo tempo contradizendo esta regra simples e clara. A primeira é a do Unibanco, que prega: "Nem Parece Banco". Como não parece banco? Até o nome tem banco no meio. As agências são iguais às dos outros bancos, assim como os serviços. Nenhuma pessoa no Brasil vai acreditar que o Unibanco não parece banco. A explicação óbvia é que a categoria dos bancos deve estar com uma imagem ruim no mercado. Portanto a solução é negar que o banco seja um banco. É claro que eles tentam passar na campanha algumas vantagens que o banco teria sobre os outros, mas a assinatura tira toda a credibilidade que é essencial para se conquistar o cliente. Se o banco não consegue assumir que é um banco, como vamos acreditar no resto das promessas ? A segunda é a do novo celular Nokia dobrável. A Nokia tem sido criticada por ter perdido mercado devido à falta de um modelo dobrável, o que acabou afetando até o preço de suas ações. Muito bem, agora eles lançaram um. A campanha é até original, focada em um concurso de origami ou dobraduras de papel. Porém, a assinatura põe tudo a perder: "Não Tem Nada Igual". Como não tem nada igual ? Eu já tive celulares dobráveis há vários anos. Entre em qualquer loja e confira o fato que todos os concorrentes têm celulares dobráveis há muito tempo. Esta assinatura, além de tratar o consumidor como estúpido, não agrega nenhuma vantagem ao produto. Não dá nenhuma razão para se comprar o Nokia ao invés de qualquer um dos outros dobráveis. A terceira á a do Fox, o carrinho da Volkswagen. Toda a campanha é focada em mostrar que o carro é grande e que o consumidor está sofrendo de uma alucinação visual. Mais uma vez, dá para entender a preocupação da empresa em mostrar que o carro é mais confortável do que parece. Mas para isso, existe uma técnica melhor, chamada de "trial". Promove-se um test drive em massa. Coloca-se o carro dentro de shopping centers e convida-se as pessoas a entrarem nele. Agora, dizer que o carro é gigante, colocar uma modelo de 2 metros de altura no comercial e querer convencer o público que aquele é o carro que ela escolheria para ter é tratar o consumidor como um idiota. Mais fácil seria colocar um elefante de computação gráfica entrando no Fox. É uma pena, porque talvez até exista um nicho para carros ágeis e pequenos que a campanha não explora por causa dessa ilusão de grandeza. Lembro-me da excelente campanha do lançamento do Fiat 147: o carro era apresentado como um carro europeu pequeno e prático, de gente inteligente, que não ligava para status mas ligava para a vida. Hoje esse posicionamento poderia incluir a ecologia: um carro pequeno é um carro amigo da natureza. Que queda de qualidade nossa propaganda sofreu nesses últimos 20 anos ! Para concluir, esta tendência de mercado, criada pelo desespero da falta de idéias, cria uma boa oportunidade para você: posicione seu produto honestamente, seja sincero com o consumidor e aproveite para colher os frutos de um bom relacionamento baseado na confiança.

6/01/2005

A Vida Em Uma Multi de Consumo

É exatamente assim nas multis de consumo no Brasil também... o autor destes cartoons foi gerente de produto em várias delas nos EUA. Confira e morra de rir (ou chorar). http://www.skydeckcartoons.com/brandcamp/index.htm

5/27/2005

O Funcionário Entusiasmado

Nos últimos tempos, 99% das pessoas com quem converso ou estão sem emprego, ou cansadas do que tem. Por que tamanha falta de entusiasmo com o trabalho? Um novo livro da Wharton Diz que a culpa é do chefe (já sei, descobriram a América...). Mas o livro dá algumas dicas interessantes sobre o que traz entusiasmo, e não é a velha estória da cenoura e do chicote, tão aplicada no Brasil. São 3 pontos: 1) Igualdade: ser tratado com justiça, nas áreas de segurança de emprego, remuneração e respeito, como todos os outros. 2) Realizações: a satisfação de ter orgulho por um trabalho bem-feito, desafios, feedback, reconhecimento e recompensas por ele. 3) Calor Humano: os funcionários também querem relacionamentos interessantes e cooperativos com os colegas, em um ambiente aberto. Isso nos EUA, imagine aqui. O livro coloca que empresas que promovem a competição interna, como algumas que existem aqui (não vou dar exemplos, a não ser que tem uma em Curitiba, no ramo de alimentos, que começa com a letra K) estão criando um ambiente de baixa produtividade. Link: E-Buzz 05-05 — Wharton School Publishing

5/20/2005

Como Comprar Livros de Marketing Barato

Um amigo meu precisava de um livro americano de marketing: R$ 400 aqui na livraria. Mas conseguiu comprar pela internet por US$ 27. Como? O segredo é pesquisar a seção de usados da Amazon. Ache o livro que você quer na Amazon. No lado direito vai ter um link para livros usados. Clique lá e você cai em uma lista com vários vendedores. Já comprei livros de US$ 0,50. O bom é que você não precisa dar o número do cartão de novo (eles são pagos pela Amazon) e o envio custa só US$ 9,00. Às vezes chega em dez dias. Nunca comprei um livro usado que estivesse em más condições, e muitas vezes eles são novos mesmo, mas encalharam. Não adianta. Os bons livros de marketing custam mesmo US$ 100 e estão em inglês. Compre usado e pague US$ 20. Sem contar que na Amazon você escolhe exatamente o que quer, vê os comentários de outros leitores antes, vê uma seleção das páginas. Não dá para comparar.

5/17/2005

Seis Tendências do Marketing

A MarketingProfs.com trouxe um artigo muito interessante sobre as 6 tendências do marketing. bate direitinho com o que a gente vem falando neste site, especialmente em relação ao controle que os consumidores vão ter do que recebem, filtrando o que não querem. Confira: The New BrandScape: Six Future Trends Changing Marketing by Mary Brown Someday in the not-so-distant future, branding as we know it will be thought of as so 20th century. With societal, cultural and technological changes occurring at increasingly accelerated rates, keeping your eye on the horizon of future trends in branding gives your company the advantage. Peter Bishop, executive director of the Institute for Futures Research, points out that you can't predict the future but you can arrive there less surprised and more prepared by telling stories, thinking the unthinkable and creating alternate futures through scenarios. Nine out of the 10 scenarios you imagine won't come true. But you'll be ready when that one vision does become reality.

What trends are already reshaping our ideas of branding?

1. Consumers Are the New Creative Directors

Brands that create a process of discovery drive passion and ownership of the brand. Consumers like being the creative director and feeling in control of shaping the products and brand. Born from consumers' desire to differentiate themselves from the mass market, this trend toward customization will continue to grow with the flexibility and efficiencies offered by technology at home and in manufacturing.

Consider Timberland's BOOTSTUDIO, where you can "build a boot as original as you are," including adding your own monogram. Nike ID also allows customers to control the look of 27 footwear styles and view their final creation from five different angles.

Lab21 takes customization to new heights by creating individually formulated skin-care products based on your DNA. Customers take an at-home DNA test and answer a questionnaire about the health of their skin. LAB21's Skin Profiler System then creates a custom formula (with your name on the label) to treat specific conditions.

As diamond promoters encourage women to buy their own diamonds (why wait for a marriage proposal?), technology that allows a gal to design her own diamond ring in three easy steps is sure to increase sales. Diamond.com not only builds your custom ring but also clearly educates on the four Cs, grading reports, setting styles and how to find your ring size.

2. Cynicism Raises the Bar for Authenticity

With consumer cynicism about marketing at an all-time high, brands must cultivate authenticity on a level never demanded before. Consumers are smart, resourceful and savvy. If your brand doesn't deliver on all its promises, or fails to speak to a consumer's specific, personal needs, your brand will become irrelevant, or worse: a pariah.

Furthermore, the companies behind a brand will be expected to behave authentically and demonstrate an active alignment with consumers' values. Simply slapping a pink ribbon on your Web site will no longer cut it, especially in building brand relationships with the influential woman consumer.

This demand for authenticity will shift marketers' preference for communicating via advertising and direct mail. The overt sales focus inherent in these channels makes them more suspect in consumers' minds.

Conveying brand messages via third parties, especially if they are a trusted, impartial source, will be better received. We'll see an increase in brands using the more transparent channels of public relations, sponsorships, niche interaction, word-of-mouth/buzz and blogs to deliver seemingly unbiased brand communications.

3. Multitasking and Info Overload: Don't Waste My Time

In a 2004 Redbook magazine poll of 1,000 women, a majority actually preferred time to money. In our info-saturated, multitasking lives, time is the new currency.

Barraged by more information than we can ever hope to absorb, we have what Paco Underhill, author of Why We Buy, refers to as a process crisi —how do we get the wisdom out of all the data with the least amount of time investment?

Consumers look to companies, media and marketers to provide information filters—tools to edit the mass amount of data available. As Robyn Waters, trends guru and former VP of Trend, Design and Product Development for Target, points out, "too much information without editing is toxic."

To effectively filter and communicate relevant data to a specific consumer, brands will need to be well versed in the art and science of interpreting, translating and delivering information. This requires cultural, ethnic, gender and generational expertise as well as sophisticated global knowledge of word associations and linguistics.

Amazon.com's highly developed preferences filtering keeps track of your interests, making recommendations based on your ever-growing profile, providing product reviews, updating daily a customized list of the newest and coolest products customers are buying—essentially creating a personal shopper to save you time. And it does all this in six languages with the appropriate cultural insights for each.

4. Humanization of Technology

The mind-bending advancements of the Web and computer technology have thrown life into warp speed. From an evolutionary standpoint, technology has infiltrated every aspect of our lives faster than we can assimilate the changes. Programming the clock on your old VCR seems effortless compared to the overwhelming, and often intimidating, technological knowledge now required to efficiently get through a day.

Successful brands will "humanize" technology by delivering a brand experience where the technology is transparent to the consumer. Products, services and communications fashioned around innate human behavior, instead of the ideals of a programmer, will win consumers.

Hewlett-Packard leads the pack with its "you + HP" consumer brand campaign focused on taking the hassle out of digital photography. Visually fun, full of creative energy and real life scenarios, HP's ads devote minimal space to showing actual product. Instead, they go to the heart of image-making—documenting, sharing and making memories. HP touts its digital cameras and printers as "radically simple picture-making technology, which lets you be in control of the entire picture-making process." It back ups its claim with easy-to-navigate, thorough product support via hp.com.

5. From Multi-Channel to Uni-Channel

Donald Libey, considered the leading direct marketing and catalog industry futurist, predicts that we will see even more evolved information systems than the World Wide Web. Any aspect of communications in our lives—cell and landline phones, libraries and research, bill paying, satellite TV, GPS navigation, entertainment, travel, financial transactions, shopping, fitness and health monitoring—will be available from anywhere at any time.

Increasingly, consumers will be less aware of separate marketing channels. Instead, all experiences of brand communications will be perceived as one all-encompassing, 360-degree, 3-D channel. Brands can prepare now by investing in creating a consistent and integrated customer experience across today's communications channels.

Catalog and retail giant JC Penney understands how to fully leverage multiple-channel synergy. Its stores, catalog, Web site and advertising interrelate across all channels: enter your zip code on jcpenney.com and browse your local JC Penney store's sales flyer or download coupons; order a printed catalog or flip through one online; items purchased through any channel can be returned or exchanged via any channel. At any touchpoint of the brand, the consumer finds a consistent experience.

6. Trends in Trending

While attending the 9th Annual Future Trends Conference, I was struck that one scenario in particular was not addressed more fully—the phenomenon that the mature market, AKA aging baby boomers, will completely redefine what "old" and "aging" means.

With the average American now living about 30 years longer than 100 years ago, what's considered old? What's considered middle-aged, for that matter? If the brands in these consumers' lives rely on the stereotypical notions of older as an uncool, has-been demographic, they'll perish.

Marketers have historically looked to the 18-to-24 year-old crowd for inspiration and indicators of future trends. I'd challenge the next conference, and brand stewards in general, to explore the dynamic, trendsetting potential of the baby boomer powerhouse.

SEGMENTAÇÃO X INDIVIDUALIZAÇÃO

Já consegui algumas boas brigas (no bom sentido), afirmando que a segmentação está ficando ultrapassada, sendo substituída pela individualização. Individualização não é marketing one-to-one, mas sim a escolha feita pelo próprio consumidor de que informação, comunicação ou produto quer receber, através de um super "menu", que só a tecnologia pode fornecer. A diferença da individualização para o marketing one-to-one é que o controle e iniciativa estão nas mãos do consumidor. Mais uma novidade afirma essa idéia. Inventaram um programinha (Greasemonkey) que funciona acoplado ao browser Firefox, que modifica o conteúdo das páginas da Web. O Firefox em si já está batendo forte no Internet explorer (www.getfirefox.com) por ser mais seguro e adaptável. Dá para ir colocando extensões que permitem que ele faça o diabo. No Pensando Marketing, mais de 20% dos acessos são feitos com esse browser. Instale o seu de graça se ainda não instalou. Mas esse novo programa, ou extension, vai mais longe. Ele permite que você acesse a Amazon, por exemplo, e cheque ao mesmo tempo se o livro existe em sua biblioteca local. Ou então você manda ele tirar do seu site de notícias todas as reportagens sobre o maldito julgamento do Michael Jackson. Este nível de individualização é impossível de ser conseguido com marketing de relacionamento. Cheque o artigo na Wired: http://wired.com/news/technology/0,1282,67527,00.html?tw=wn_tophead_4

5/10/2005

Falsos Gurus da Administração - Dica de Livro

Não é possível se entender esses falsos gurus sem estudar um pouco da cultura e história dos americanos. Os EUA sempre foram um país que se gaba das oportunidades e do individualismo. Portanto, a partir do século XIX, foi comum se encontrar pessoas com idéias mirabolantes, os chamados "snake oil sellers", que iam para o Oeste, de cidade em cidade, vendendo seus produtos e idéias. Dessa tendência saíram por exemplo os Mormons, que seguiram Joseph Smith e depois seus discípulos até fundarem o Salt Lake City, os mineradores do Gold Rush que conquistaram a California, os pioneiros do petróleo, os Ray Krocs da vida com seus McDonalds, todos com suas pastinhas, dirigindo milhares de milhas país adentro, de carro ou carroça. Uma outra vertente desse espírito são os gurus de administração, que no início do século andavam de empresa em empresa, vendendo seus projetos mirabolantes. É claro que em parte essa iniciativa dos americanos foi boa, pois liberou uma criatividade, vontade de inovar e energia incríveis, que contrastam com os medrosos, burocráticos brasileiros. Porém, muita picaretagem também rolou, como a Amway, por exemplo e toda uma safra de gurus que se basearam em manipular pessoas com técnicas de persuasão que beiram o estelionato. Muitos leram o antiquíssimo livro "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas" e usaram essas técnicas psicológicas para vender coisas absurdas. O americano sabe fazer isso muito bem: ele consegue envolver emocionalmente uma pessoa através de seu discurso, mas está frio e controlado por trás. Eu morei nos EUA e não podia acreditar em quanta malandragem tem por lá. Em termos de leis de defesa do consumidor, eles estão muito atrasados. Existe um livro com um nome imenso, "False Prophets: The Gurus Who Created Modern management and Why Their Ideas Are Bad For Business Today" de James Hoopes que precisa ser lido urgentemente. Ele expõe as bobagens que têm sido pregadas por séculos, inclusive o Peter Druker, um homem que apesar de ter defendido os judeus na Áustria nazista, chegou a pregar o uso das técnicas de produtividade fascistas nos EUA, baseado em uma suposta "bondade" dos americanos que poderia suavizar este modelo. Falando em Druker e sua administraçao "moral", há que se ter muito cuidado com gurus que misturam administração com religião. Isso é um completo desrespeito às regras de pluralidade de crença em uma sociedade democrática (forçando gente a participar de atividades religiosas, geralmente nova era, nos seminários), além de serem uma enganação como técnica de administração. É triste que ainda tanta gente pague uma nota para ver seminários e comprar livros de gente que não conseguiria enm administrar uma padaria. Cuidado com eles. As pessoas são motivadas com respeito, dinheiro e oportunidade de exporem suas idéias, crescerem e participarem do grupo. O resto é baboseira ou depende da própria pessoa (esforço pessoal e responsabilidade, coisas que não se ensina na empresa).

5/05/2005

Confirmação Do Artigo - Governo Contra o Povo

Vejam só a confirmação do que acabamos de dizer no artigo sobre Democracia do Quem Grita Mais Alto, que afirma que o governo é subserviente a interesses particulares, prejudicando a população como um todo e destruindo a democracia. Hoje o Estado de São Paulo publica artigo sobre a nova loteria que foi lançada com fanfarra pelo Lula para pagar a dívida dos clubes de futebol com o governo. Lá estão o deputado cassado por corrupção Luís Estevão e o notório Ricardo Teixeira, em festa com o presidente. A pergunta é: se você ou sua empresa atrasar seu imposto de renda, o governo lhe ajuda criando uma loteria ? Não, eles tomam seu carro, sua popupança e eventualmente sua casa. Além de tudo, loteria é fator de exploração dos pobres, imposto disfarçado que denigre a ética do trabalho, que é a de ganhar o pão de cada dia. Ou seja, o governo vai levar a metade para pagar as aposentadorias especiais do pessoal e os clubes, organizações privadas comm um histórico enorme de corrupção, levam a outra. É para isso que temos governo ? http://www.estadao.com.br/esportes/futebol/noticias/2005/mai/04/199.htm

5/04/2005

Democracia do quem grita mais alto

A liberdade de expressão é garantida na Constituição. Porém, este direito é subordinado a uma estranha e manipulável condição de não se atacar a "honra" de uma pessoa. Infelizmente , algumas decisões recentes da nossa Justiça, sentada no trono de seus privilégios e aposentadorias especiais pagos pelo povo, têm trazido preocupação a qualquer brasileiro um pouco mais atento. Sem liberdade de expressão não existe marketing. Não existe uma sociedade livre também. recentemente o presidente do Conar declarou existirem mais de 200 projetos na Câmara com o objetivo de restringir a publicidade no país. Hoje o Estado de São Paulo publica mais uma decisão da nossa privilegiada Justiça, ordenando o consfico e destruição do livro "Na Toca dos Leões" do publicitário Fernando Moraes sobre a W/Brasil, porque ele conta a respeito de uma conversa com o deputado Ronaldo Caiado, conhecido por suas posições bizarras. (http://64.207.161.190/novo/static/text/34521,1). A última vez que ouvi sobre queima de livros foi lendo sobre nazismo e inquisição. Portanto, fica claro que o cidadão brasileiro não pode revelar o conteúdo de uma conversa particular sob o risco de processo por atentado à honra. Qual o problema aqui ? O problema é que ninguém que tem uma opinião destrutiva ou desonesta fala sobre ela em público. Todos os esquemas para prejudicar o próximo são tramados na surdina. Se não for possível se revelar o teor de uma conversa particular, cria-se uma enorme proteção legal para tramóias. O jeito é comprar um gravador. Outro incidente que marcou o mês foi a decisão de alguns privilegiados juízes de culpar estabelecimentos comerciais, um shopping em São Paulo e um bar no Rio, de atentado à honra ao advertirem casais que se amassavam (ou se beijavam, dependendo da versão) em público. Neste caso, temos dois direitos em conflito: o do casal de se não ser incomodado, mas também aquele que foi negligenciado, o dos cidadãos ao redor de não serem constrangidos e o direito de pedir que sejam respeitados. Não sou puritano, mas qualquer pai ou parente de criança pequena entende muito bem o que digo, e o que me ofende mais é a mordaça que se coloca nas pessoas do que a própria atitude sensual. Que se beije em público mas que se deixe reclamar também. A pergunta que fica é se a decisão teria sido a mesma caso não houvesse os benefícios políticos e de imagem para a justiça causados pelo fato dos casais em questão serem homossexuais. Porém, após estes incidentes, que resultaram em pesadas multas para os estabelecimentos e prejuízo à editora, vamos ter que passar a ver conduta imprópria ou escutar absurdos e ficar quietos, com medo do governo e da privilegiada justiça. Aliás, essa é uma característica de governos autoritários: sua população é (ou aprende a ser) medrosa. Quem aprende a ser audaciosos são os grupos de interesse, que conseguem através da pressão gerada por sua organização quebrar as regras e usufruir privilégios que a população em geral, desorganizada e desunida, lutando para sobreviver, não consegue. Sou totalmente a favor da não-discriminição de qualquer minoria, o que incomoda são as táticas usadas para a promoção de suas idéias, táticas que invariavelmente prejudicam a absoluta maioria. Ou você (e as ambulâncias dos hospitais da região) nunca ficou parado na Avenida Paulista por causa de um manifestação ilegal? Existe uma grande diferença entre pressão para garantir direitos legítimos, como respeito, igualdade no tratamento, etc., (que neste caso já são garantidos) e privilégios especiais que o resto da sociedade não desfruta (casais heterosexuais também não podem se amassar em público, um pobre da cidade também não tem terra, você tem que pagar sua aposentadoria). Também é perfeitamente legítimo se promover seu modo de vida ou suas preferências, mas não através da manipulação da justiça e da quebra dos direitos dos outros. Que se compre espaço na mídia e anuncie, abra um site, escreva um livro, promova uma manifestação (que aliás já existem e são respeitadas). Mas isso é pouco: se há de chocar. Parece que perdemos a habilidade de se usar a palavra como ferramenta de persuasão e apelamos para meios mais baixos, como quebra-quebra, invasões, agarramentos em público e coisas do gênero. Se isso não é uma volta à barbárie, não sei o que é. Após o evento em São Paulo, um grupo organizado promoveu um "beijaço" onde pessoas ficavam se agarrando em frente ao shopping, apesar de esta atitude ser uma clara violação à lei que impede ações libidinosas. Que eu saiba, ninguém foi preso ou pagou multa (um ato de prevaricação da polícia, ou seja, crime de não cumprimeto de sua responsabilidade), e danem-se as crianças e as velhinhas que estiverem na rua naquela hora. Estamos seguindo o caminho dos EUA, que estão se auto-destruindo e se "balcanizando", se fragmentando em grupos que se odeiam, como resultado do "politicamente correto" (que é sempre o lado de quem grita mais alto). Não é improvável que outros membros destes grupos organizados provoquem deliberadamente outros episódios no futuro para ganharem mais dinheiro na justiça e espaço na mídia para suas causas. Hoje, estes grupos estão destruindo a democracia brasileria. Quem faz greve hoje prejudicando milhões? Os grandes sindicatos de funcionários públicos. Quem consegue que um livro crítico seja queimado ? Um deputado. Quem consegue aposentadoria privilegiada ? Os funcionários da justiça. Quem usa violência impunemente e consegue terra de graça ? O Movimento sem terra (serão sem terra ? eles têm muito mais terra que eu). Quem consegue isenção de impostos, empréstimos generosos do governo e concessões escandalosas como as dos pedágios ? Os grupos de empresários organizados. Se você não faz parte de um grupo de pressão, como 90% dos brasileiros, sua cidadania não vale muita coisa. Você vai apenas pagar a conta destes privilégios, com uma carga de impostos que é o principal motivo da paralisia da economia e da grande pobreza brasileira. Este governo, em seus três poderes, com sua visão demagoga, está ativamente jogando o jogo que todo o governo autoritário jogou: ele claramente declara que sabe melhor que você como você deve viver sua vida. E para isso carrega a sociedade de impostos, restringe a liberdade de expressão (até tentando criar uma censura jornalística), oprime o povo com burocracia e atende a interesses especiais ao invés de garantir direitos fundamentais da população, como liberdade de expressão e igualdade perante à lei. Tudo isso com apoio da grande mídia e da passividade da maioria dos jornalistas, que pouco conhece sobre história e política. Nunca falei de política neste site, mas a situaçao está se degenerando de tal forma que em breve em vez de fazer marketing, o único emprego disponível será o de carregar sacos de farinha no Fome Zero. Não vamos nos iludir com nosso mundo de seminários de liderança e palestrantes internacionais. Nós vivemos e fazemos marketing e negócios no Brasil.

5/02/2005

Multi-Level Marketing ou Picaretagem ?

http://k.domaindlx.com/smartduck/publico/MerchantsOfDeception.pdf Já que o nome de nossa profissão está na descrição deste tipo de atividade, vale a pena dar uma olhada no que está se passando por marketing. No link anexo você pode baixar um arquivo de um e-book em arquivo pdf (em inglês), de um alto membro da Amway, que depois de dez anos resolveu contar tudo. Diz o autor que a atividade é pura lavagem cerebral e exploração. Quando resolveu sair, foi até ameaçado de morte. Vale a pena conferir.

4/18/2005

SÍNDROME DE URSULÃO

Texto do assinante Sérgio de Oliveira: Ursulão é um dos meus personagens favoritos em desenhos animados. Ele é o patriarca da Família Urso. E também um grande atrapalhado, adepto da filosofia “do it yourself”, o famoso “faça você mesmo”. Em um episódio Ursulão tenta consertar uma lavadora de roupas e acaba transformando sua vida num inferno. Ele não conhece o funcionamento dessa máquina, ele nem mesmo é um especialista em consertos, mas é um adepto do “faça você mesmo”. E como todos os partidários dessa filosofia ele resolve pôr a mão na massa. E apanha da mulher. Discute com os filhos. E gasta muito dinheiro. Muito mais do que gastaria se tivesse entregado o aparelho nas mãos de um técnico. No final fica a grande lição: o barato sai caro, faz mal à saúde e toma um tempo precioso. Às vezes um tempo que não se tem. No mundo real existem vários “Ursulões”. Empresários que tentam resolver tudo sozinhos, dentro da própria empresa, e perdem muito dinheiro com isso. Perdem também a chance de aprender mais sobre um assunto que não conhecem. A terceirização está aí, ela serve para isso. Para que os verdadeiros gestores ganhem dinheiro ao terceirizar uma atividade na qual não dominam. Para que tenham mais tempo para focar outras ações dentro de suas empresas. A verdadeira competência não está em quem conhece tudo, e sim, em quem está cercado de profissionais eficazes. Gente que vista a camisa da empresa, que sugere, opina, participa e enche sua caixa registradora. O Ursulão não sobreviveria aos dias de hoje, onde a concorrência é cruel. Onde todo dia é um dia “D” no mundo empresarial. Por que ser um centralizador? Por que então ser um “Ursulão”? Planeje, ponha no papel as atividades de sua empresa que poderiam ser terceirizadas. Delegue funções, dê responsabilidades às pessoas, deixe-as surpreender você com seu potencial. E principalmente a ganhar mais dinheiro. Tenho certeza que você não irá se arrepender. E também não correrá o risco de ficar com fama de “Ursulão”. Sérgio Luís de Oliveira Jr. - Sócio-Diretor Bel. em Comunicação Social / MBA em Gestão Empresarial e Marketing Ambiente D´Marketing – “Idéias & Soluções” http://admkt.blogspot.com admkt@brturbo.com.br sloliveirajr@ibest.com.br

4/15/2005

Dá Prá Equlibrar Vida e Trabalho ?

Este artigo da Fast Company está muito interessante. Eles afirmam o que a gente já sabia: não dá prá ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Não dá prá ter vida balanceada, é uma ilusão: a ansiedade é parte da experiência humana. O jeito é focar no que é preciso ser feito, priorizar e ir tocando "la vida loca". Eles afirmam que quem faz isso é mais produtivo e satisfeito. Você concorda? http://www.fastcompany.com/magazine/87/balance-1.html

4/01/2005

Plágio na Propaganda

Hoje existem na TV dois comerciais que dão o panorama triste da propaganda brasileira atual. O primeiro é um comercial de creme dental, tão ruim em termos de brand recognition que eu não lembro se é da Colgate ou Close-Up, que mostra uma transformação feita em computador na qual uma pessoa feia fica bonita ao usar o produto. É de um mau gosto total e chato demais. Mas as coisas sempre podem ficar piores. Agora existe um comercial de carro (também tão pouco focado no produto que não lembro se é Fiat) onde a pessoa fica bonita quando dentro do carro e feia fora dele. É O MESMO COMERCIAL ! É inacreditável que uma agência que é paga uma fortuna para criar algo novo e criativo COPIE desavergonhadamente um outro comercial que ainda está no ar. Mais inacreditável é o gerente de marketing do cliente que aceita um trabalho de péssima qualidade e desonesto, em detrimento de sua própria empresa. Mas pensando bem, vindo do setor com o pior marketing do Brasil, o automotivo, dá até para se esperar isso. A solução é recusar, recusar, recusar, até que tragam algo bem feito. Quem já trabalhou com agências sabe que às vezes a preguiça reina, e eles sempre tentam trazer um trabalho antigo que outro cliente recusou, ou um trabalho feito rapidinho primeiro para ver se, com sorte, o cliente aceita. Se você é um gerente de marketing, NUNCA aceite a primeira versão da agência. Eles vão lhe chamar de quadradão, vão tentar lhe convencer que você não está por dentro das últimas tendências, mas não acredite. Se você lê um pouco e está antenado no que acontece no mundo, as chances são que você seja uma pessoa tão criativa como seu redator. Existem exceções entre as agências, mas são poucas. Por isso, abra o olho.

3/24/2005

América Indo Para o Buraco ?

O dólar está mesmo caindo, a Newsweek de 21 de março é totalmente dedicada ao assunto. Vale a pena checar. Por que será? O artigo a seguir dá algumas dicas fora do economês.
America No. 1?

America by the numbers

by Michael Ventura

02/03/05 "ICH" - - No concept lies more firmly embedded in our national character than the notion that the USA is "No. 1," "the greatest." Our broadcast media are, in essence, continuous advertisements for the brand name "America Is No. 1." Any office seeker saying otherwise would be committing political suicide. In fact, anyone saying otherwise will be labeled "un-American." We're an "empire," ain't we? Sure we are. An empire without a manufacturing base. An empire that must borrow $2 billion a day from its competitors in order to function. Yet the delusion is ineradicable. We're No. 1. Well...this is the country you really live in:

  • The United States is 49th in the world in literacy (the New York Times, Dec. 12, 2004).
  • The United States ranked 28th out of 40 countries in mathematical literacy (NYT, Dec. 12, 2004).
  • Twenty percent of Americans think the sun orbits the earth. Seventeen percent believe the earth revolves around the sun once a day (The Week, Jan. 7, 2005).
  • "The International Adult Literacy Survey...found that Americans with less than nine years of education 'score worse than virtually all of the other countries'" (Jeremy Rifkin's superbly documented book The European Dream: How Europe's Vision of the Future Is Quietly Eclipsing the American Dream, p.78).
  • Our workers are so ignorant and lack so many basic skills that American businesses spend $30 billion a year on remedial training (NYT, Dec. 12, 2004). No wonder they relocate elsewhere!
  • "The European Union leads the U.S. in...the number of science and engineering graduates; public research and development (R&D) expenditures; and new capital raised" (The European Dream, p.70).
  • "Europe surpassed the United States in the mid-1990s as the largest producer of scientific literature" (The European Dream, p.70).
  • Nevertheless, Congress cut funds to the National Science Foundation. The agency will issue 1,000 fewer research grants this year (NYT, Dec. 21, 2004).
  • Foreign applications to U.S. grad schools declined 28 percent last year. Foreign student enrollment on all levels fell for the first time in three decades, but increased greatly in Europe and China. Last year Chinese grad-school graduates in the U.S. dropped 56 percent, Indians 51 percent, South Koreans 28 percent (NYT, Dec. 21, 2004). We're not the place to be anymore.
  • The World Health Organization "ranked the countries of the world in terms of overall health performance, and the U.S. [was]...37th." In the fairness of health care, we're 54th. "The irony is that the United States spends more per capita for health care than any other nation in the world" (The European Dream, pp.79-80). Pay more, get lots, lots less.
  • "The U.S. and South Africa are the only two developed countries in the world that do not provide health care for all their citizens" (The European Dream, p.80). Excuse me, but since when is South Africa a "developed" country? Anyway, that's the company we're keeping.
  • Lack of health insurance coverage causes 18,000 unnecessary American deaths a year. (That's six times the number of people killed on 9/11.) (NYT, Jan. 12, 2005.)
  • "U.S. childhood poverty now ranks 22nd, or second to last, among the developed nations. Only Mexico scores lower" (The European Dream, p.81). Been to Mexico lately? Does it look "developed" to you? Yet it's the only "developed" country to score lower in childhood poverty.
  • Twelve million American families--more than 10 percent of all U.S. households--"continue to struggle, and not always successfully, to feed themselves." Families that "had members who actually went hungry at some point last year" numbered 3.9 million (NYT, Nov. 22, 2004).
  • The United States is 41st in the world in infant mortality. Cuba scores higher (NYT, Jan. 12, 2005).
  • Women are 70 percent more likely to die in childbirth in America than in Europe (NYT, Jan. 12, 2005).
  • The leading cause of death of pregnant women in this country is murder (CNN, Dec. 14, 2004).
  • "Of the 20 most developed countries in the world, the U.S. was dead last in the growth rate of total compensation to its workforce in the 1980s.... In the 1990s, the U.S. average compensation growth rate grew only slightly, at an annual rate of about 0.1 percent" (The European Dream, p.39). Yet Americans work longer hours per year than any other industrialized country, and get less vacation time.
  • "Sixty-one of the 140 biggest companies on the Global Fortune 500 rankings are European, while only 50 are U.S. companies" (The European Dream, p.66). "In a recent survey of the world's 50 best companies, conducted by Global Finance, all but one were European" (The European Dream, p.69).
  • "Fourteen of the 20 largest commercial banks in the world today are European.... In the chemical industry, the European company BASF is the world's leader, and three of the top six players are European. In engineering and construction, three of the top five companies are European.... The two others are Japanese. Not a single American engineering and construction company is included among the world's top nine competitors. In food and consumer products, Nestlé and Unilever, two European giants, rank first and second, respectively, in the world. In the food and drugstore retail trade, two European companies...are first and second, and European companies make up five of the top ten. Only four U.S. companies are on the list" (The European Dream, p.68).
  • The United States has lost 1.3 million jobs to China in the last decade (CNN, Jan. 12, 2005).
  • U.S. employers eliminated 1 million jobs in 2004 (The Week, Jan. 14, 2005).
  • Three million six hundred thousand Americans ran out of unemployment insurance last year; 1.8 million--one in five--unemployed workers are jobless for more than six months (NYT, Jan. 9, 2005).
  • Japan, China, Taiwan, and South Korea hold 40 percent of our government debt. (That's why we talk nice to them.) "By helping keep mortgage rates from rising, China has come to play an enormous and little-noticed role in sustaining the American housing boom" (NYT, Dec. 4, 2004). Read that twice. We owe our housing boom to China, because they want us to keep buying all that stuff they manufacture.
  • Sometime in the next 10 years Brazil will probably pass the U.S. as the world's largest agricultural producer. Brazil is now the world's largest exporter of chickens, orange juice, sugar, coffee, and tobacco. Last year, Brazil passed the U.S. as the world's largest beef producer. (Hear that, you poor deluded cowboys?) As a result, while we bear record trade deficits, Brazil boasts a $30 billion trade surplus (NYT, Dec. 12, 2004).
  • As of last June, the U.S. imported more food than it exported (NYT, Dec. 12, 2004).
  • Bush: 62,027,582 votes. Kerry: 59,026,003 votes. Number of eligible voters who didn't show up: 79,279,000 (NYT, Dec. 26, 2004). That's more than a third. Way more. If more than a third of Iraqis don't show for their election, no country in the world will think that election legitimate.
  • One-third of all U.S. children are born out of wedlock. One-half of all U.S. children will live in a one-parent house (CNN, Dec. 10, 2004).
  • "Americans are now spending more money on gambling than on movies, videos, DVDs, music, and books combined" (The European Dream, p.28).
  • "Nearly one out of four Americans [believe] that using violence to get what they want is acceptable" (The European Dream, p.32).
  • Forty-three percent of Americans think torture is sometimes justified, according to a PEW Poll (Associated Press, Aug. 19, 2004).
  • "Nearly 900,000 children were abused or neglected in 2002, the last year for which such data are available" (USA Today, Dec. 21, 2004).
  • "The International Association of Chiefs of Police said that cuts by the [Bush] administration in federal aid to local police agencies have left the nation more vulnerable than ever" (USA Today, Nov. 17, 2004).

No. 1? In most important categories we're not even in the Top 10 anymore. Not even close.

The USA is "No. 1" in nothing but weaponry, consumer spending, debt, and delusion.

Reprinted from the Austin Chronicle. www.citypages.com/databank/26/1264/article12985.asp

3/10/2005

Marketing de Engenheiro

Como já dizia o Jack trout, os problemas do Marketing são sempre os mesmos. Um dos maiores sempre foi o marketing de engenheiro, ou aquele marketing desenvolvido mais com olho no produto que no consumidor. Geralmente ataca mais as empresas de tecnologia. Uma variante é o marketing da esposa do presidente, que ataca também em multinacionais de consumo: quando o produto tem que ser adaptado ao gosto da mulher do chefe ou das amigas dela (pensa que não é verdade ?!). Segue um link para um artigo interessante da Business 2.0 sobre como essa miopia está afetando as empresas de tecnologia do Silicon valley...produtos ótimos, que ninguém quer comprar. Enjoy. http://www.business2.com/b2/web/articles/0,17863,1035636,00.html?promoid=cnnmoney PS: Nada contra os engenheiros (eu estudei na Poli), se ao atuarem em marketing esquecerem o seu lado Dilbert.

3/09/2005

Derrubando o Ídolo da Segmentação

Esta mensagem foi enviada originalmente para o grupo To The Top, em resposta a uma discussão sobre a segmentação e à pergunta: será que no futuro haverá um produto diferenciado para cada pessoa ? A resposta é claramente não. RESPOSTA Esta questão é complexa porque segmentação de mercado pode ter dois objetivos: diferenciação de produto ou segmentação de comunicação. No caso da diferenciação de produto, a importância da segmentação foi MUITO exagerada. As necessidades das pessoas, se pensarmos bem, são muito parecidas, com poucas exceções e adaptações. O caso do tênis é um caso extremo, porque as pessoas realmente têm pés diferentes e alguns (10%?) podem ter o pé chato, com o peito do pé alto, etc. No caso de quase todos os outros produtos, o famoso menu ou cardápio é a melhor estratégia de segmentação. É isso que fazemos no restaurante, quando um pede peixe e outro carne, e é isso que fazemos, embora com muito mais tecnologia, na Amazon, quando criamos uma wish list ou colocamos nossas recomendações. Na verdade, o cliente escolhe de um seleção imensa. Com a chegada da Internet, esta possibilidade de seleção se ampliou radicalmente, com o consumidor podendo escolher produtos diferenciados de todo o mundo...mas não necessariamente de uma só empresa. A empresa não diferencia o produto para mim, eu diferencio minha compra. Ao contrário, a tendência hoje é a de redução de custos devido aos fatores China e Wal-Mart. Compre barato, use e jogue fora. O americano passou a considerar uma mercadoria descartável se ela custar menos de US$ 100. Esse valor era de US$ 30 até alguns anos atrás. Mas funciona porque as pessoas querem produtos razoavelmente iguais e eles estão acessíveis a preços ridículos no WalMart da esquina. A diferenciação, causada por motivos de status, luxo ou necessidades especiais (deficiência física, estilo de vida, etc.) passa a ser um nicho a ser explorado por empresas menores e especializadas. O lançamento de várias extensões de linha em grandes empresas se explica muito mais pela necessidade do gerente de marketing mostrar serviço do que por uma real necessidade de mercado. Dá mais despesa que lucro para a empresa. A segmentação com fins de comunicação dirigida, essa então implodiu. A mala direta nunca pegou prá valer no Brasil como nos EUA. No exterior existe uma imensa resistência à informação não-solicitada. Com a chegada da Internet, chegou também o poder de se bloquear comunicação. Mais uma vez, o poder passa para o consumidor através do cardápio...ele escolhe o que quer receber. Portanto, ele mesmo faz a segmentação de comunicação. É um modelo totalmente novo, que joga por terra os modelos de segmentação que usávamos. Tive uma boa experiência de 6 anos na área de cartões de crédito e posso dizer que os modelos que usávamos (os mais avançados) sempre foram muito ineficientes. Infelizmente, ainda são usados por grandes empresas hoje, gerando um monte de envelopes e papel no lixo e quase nenhuma venda. É preciso se repensar esse ídolo do marketing que é a segmentação.

3/01/2005

COMO TRANSFORMAR CENTRO DE CUSTO EM VANTAGEM COMPETITIVA

Este artigo vale a pena. É uma metodologia da Booz Allen que saiu na Strategy+Business. Se você como a maioria de nós trabalha em uma área que é centro de custo, ou seja, que teoricamente só dá despesa como IT, RH ou marketing, sabe que sempre está na corda bamba quando a empresa precisa enxugar. O artigo mostra como alinhar seu departamento à estratégia da empresa e se livrar dessa imagem. Clique: http://www.strategy-business.com/enewsarticle/enews022805

2/17/2005

DESLIGUE SUA TV

Um site interessante para qualquer marketeiro... www.turnoffyourtv.com Apenas artigos revelando o controle da mídia e os efeitos danosos da TV. Você sabia que nos EUA as TVs comuns vão parar de funcionar em 31/12/2006 para serem substituídas por TVs digitais, criando um tremendo desastre ecológico? Eu não sabia.

2/10/2005

VOLKSWAGEN: PIOR ANÚNCIO DO ANO

Mais uma vez o Pensando Marketing acerta. Há mais de um ano, escrevi um artigo (E o Fusca Atolou) sobre a perda da liderança da VW, atribuindo a causa ao enorme problema de portfolio da empresa, com 3 carros iguais no mesmo segmento e nenhum em outros importantes. Agora leio a entrevista na revista Propaganda do diretor de marketing da empresa (nem vou citar o nome), que diz: "Ter um portfólio de produtos passa a ser fator decisivo para quem quer ser líder de mercado. O preenchimento das lacunas de portfólio é a nossa prioridade atual. " NÃO DIGA !!!! Entretanto, a marca nem resolve o portfolio e ainda consegue colocar o pior anúncio do ano em revista. O anúncio do Gol, na caríssima Veja, mostra um homem andando com um cachorro na beira de uma estrada, embaixo de chuva. Em letras pequenas, algo sobre o Gol ser o confiável como um cachorro. Só que quem vê o anúncio pensa na hora: O GOL QUEBROU E DEIXOU O DONO NO MEIO DA ESTRADA. Ganhei uns quize minutos de gargalhadas e não consegui deixar de mostrar o anúncio aos colegas. Pois é. O diretor da empresa fala também da importância da parceria com a AlmapBBDO, segundo ele, hoje, mais do que uma agência, um "departamento estratégico" da Volkswagen. Diz também: "A Almap teve participação decisiva na elaboração da nova estratégia de comunicação e marketing da Volkswagen. Não foi um trabalho desenvolvido internamente e depois repassado à agência. Impossível dissociar a participação da Almap nesse processo de reestruturação. " Será parceria ou uma tentativa de dividir o resultado desastroso da campanha ? Estranho a Almap, que faz alguns bons trabalhos como o das sandálias Havaianas, ter entrado nessa. Mais estranho ainda é o fato de o site da Almap dizer que a VW é a empresa com mais prêmios de propaganda no país...algo que nos leva a questionar a credibilidade desses festivais, muito mais eventos de RP que qualquer outra coisa. Nada como uma agência assim (que não sabe falar não) para deixar a empresa a pé, embaixo de chuva, na estrada. PS: para não dizerem que o site é muito negativo, na mesma revista um anúncio excelente do Honda Fit. "O motor é inteligente...basta ver a carroceria que ele escolheu para morar."

2/03/2005

COMO COLOCAR UM COMENTÁRIO

É fácil. Clique no link da página Pensando Marketing (BLOG). Clique embaixo da mensagem, onde está escrito "comments". Clique em "Post a Comment". Pronto, é só dar sua opinião.

1/30/2005

NÃO USE RELIGIÃO EM PROPAGANDA

A última campanha do shopping Jardim Sul em São Paulo, trouxe uma distribuição de gnomos e tinha como poster principal uma menininha com um emblema do pentagrama, símbolo da religião Wicca. Dois problemas: o primeiro é que gnomo e pentagrama não tem nada a ver com Natal. O segundo é que o Shopping, empresa que está aí para lucrar e não para converter ninguém, arriscou criar uma reação negativa nos 90% dos clientes que são, ao menos nominalmente, cristãos e os 25% dos evangélicos que são bem contrários a essa religião. A solução é não misturar religião com propaganda. NUNCA. Como o shopping não vai deixar de querer faturar com o Natal, pelo menos faça direito, com presépio, ou então use um papai Noel. Aposto o que quiser que alguém da agência é praticante ou simpatizante de Wicca e resolveu ter essa bela idéia...como o gerente de marketing aceita ? Pela milésima vez nesse site: marketing parece fácil, até a gente ver quanta trapalhada se faz por aí.

1/28/2005

Procter Compra Gillette...Socorro !

Socorro ! Procter compra Gillette por US$ 57 bilhões...na verdade, não é bem uma compra, mas um stock swap, onde você entra com suas ações, para conseguir controle da outra companhia. O pessoal da Gillette, que tem um monte de ações da companhia, fica feliz, porque suas ações são compradas com um enorme premium, o pessoal da Procter fica feliz porque acaba com a concorrência e os empregados se ferram, porque 5600 perdem o emprego. O mercado também perde, com mais concentração oligopolística. O marketeiro, esse coitado, perde mais uma empresa para trabalhar . Não se iluda, a P&G só contrata robozinhos mirins para transformá-los em burocratas da cartilha da empresa (mas paga bem). Você, que não está lá, nunca mais vai entrar. Se duvida, compre já o livro "Winning With 99 P&G Principles" de Charles Decker. Ele entrega o jogo todoo lá. A P&G foi sem dúvida uma escola e criou o marketing de consumo, o tipo de marketing que era avançado até 15 anos atrás. Agora, já era. Não é marketing que sustenta a empresa, é volume de produção, procurement global, força contra os distribuidores. O marketing da P&G hoje é, na verdade, atrasadão e básico. Uma grande lição nessa estória é que o perfil do marketeiro nessas empresas deixa de ser o clássico, com base em comunicação, criatividade,, para ser muito mais burocrático, com foco em relatórios, finanças, bundle books, etc. Dá até sono...(mas paga bem). http://money.cnn.com/2005/01/28/news/fortune500/pg_gillette.reut/index.htm?cnn=yes

1/18/2005

Mercados Emergentes

http://execed.wharton.upenn.edu/ebuzz/0501/thoughtleaders.html Interessante artigo na revista da Wharton school sobre mercados emergentes.. Cheque as dicas , que se aplicam ao Brasil também. O artigo é sobre um livro de professores indianos...enquanto aqui a gente fica discutindo Fome Zero e subsídios para cineastas roubarem dinheiro público, a Índia está virando uma potência mundial.

1/17/2005

GANHADORES DA PROMOÇÃO GMAIL

GANHADORES DAS CONTAS: ANDREIA - HOTEIS BOURBON LEANDRO MACUCO RODRIGO VICENTINI Contas Extra (eram só 3, mas consegui mais): ANDREA - ANEEL EDUARDO NATIVIDADE MARCELO BICUDO - Dir Mkt Atlantica Hotéis CARLOS BARBOSA Conseguindo mais contas, enviarei para os próximos (por ordem de resposta)

1/11/2005

Contas G-mail gratis

Para quem quiser uma conta g-mail, o mail gratuito da Google com 1 Giga de memória e busca automática (não apague mais seus emails), tente o site www.gmailswap.com Pode oferecer algo pela conta, mas tem muita gente dando de graça. E pensar que alguns meses atrás os convites eram vendidos no e-Bay por US$ 100.

O Lado Sujo do Marketing - MUST READ

Como vender para pre-adolescentes a partir de 8 anos de idade usando . Isso mesmo, - - - . Este eh um problema enorme no Brasil também, como 5 minutos de TV podem comprovar. Chegue aa sua propria conclusao. A do excelente artigo em destaque eh que "os meninos estao perdendo cada vez mais o respeito pelas meninas". Por que será ? http://www.cbc.ca/consumers/market/files/money/sexy/index.html

12/24/2004

Extra: empresa aberta ou veiculo de vaidade pessoal ?

O Extra estah fazendo propaganda do novo livro do Abilio Diniz. Minha primeira reacao foi de pensar: serah que este senhor nao tem vergonha de usar um artificio para vender seu livro, ao inves de tentar vender o livro atraves das livrarias, onde ele teria de concorrer com outras obras, com base apenas em seu valor literario ? Porem, pensando um pouco mais, lembrei que eu tenho acoes do Pao de Acucar. Isso mesmo. O Pao de Acucar, em teoria, nao eh o brinquedo particular do senhor Diniz, nem um veiculo para sua vaidade pessoal. Eh uma companhia aberta, que deve em primeiro lugar pensar em seus acionistas. Ou seja, deve estar pensando em vender peru e panetone agora no Natal, e nao livros do presidente. O fato revela como o nosso mercado acionario e pensamento empresarial ainda estah na idade da pedra. Como os empresarios querem atrair investimento agindo dessa maneira ? O pior eh que provavelmente, o pensamento que esse tipo de atitude seja incorreta nem deve ter passado na cabeca do pessoal do Extra. Estarei vendendo minhas (poucas) acoes em janeiro.

Sera esta a tendencia da sociedade em 2005 ?

The Masturbatory Society By Ziauddin Sardar New Statesman.com 12-24-4
w
2005: The decline of sex - Viagra is just the start: we'll soon have pills that make you feel deep love and video games that give vibrations. Ziauddin Sardar on the masturbatory society.
Is your sex life normal? The question was raised recently on the Oprah Winfrey Show. Tell us, the show asked its 20 million viewers, what turns you on, what turns you off, and what makes good sex.
The problem with such questions is that there are no "normal" answers. The normal is problematic because our ideas about sex have changed fundamentally. What constitutes normal is constantly refurbished. Its boundaries shift rapidly, and continue to shift. So what was abnormal yesterday - say, pornography - becomes normal today. And what is shunned today (say paedophilia) may just as easily become normal tomorrow.
One huge jump was provided by Viagra. In less than six years since the impotence pill came on the market, Viagra and its competitors, Levitra and Cialis, have transformed sexual norms and practices. As Meika Loe argues in The Rise of Viagra (New York University Press), it has redefined the concept of normal and changed the language of sex.
From the beginning, this was a treatment branded and marketed as normal. Impotence was called "erectile dysfunction", or simply ED - a common condition, as the football legend Pele assured us in TV ads, but not normal. Moreover, it did not arise from psychological causes or physical damage; rather, it was a simple medical condition rectified by a pill. Suddenly, drug company surveys discovered that more than half the US adult male population suffered from ED; figures for Europe were not far behind.
So if you can't get it up because you're pissed, stressed out, simply not in the mood or no longer find your partner attractive, you are actually suffering from a disease. And like all diseases, it must be cured. The cure is to swallow a pill and have sex no matter what, anywhere, any time, whenever. This has now become the norm.
Viagra is another step in stripping sex of all its complexity. Sex has been reduced to a simple question: for men, "how big?"; for women, "how long?". Combine these conundrums with other features of a market economy, such as availability on demand, choice, flexibility to mix'n'match, and we have new definitions not just of sex and love but of what it means to be human.
Today, to be normal, humans have sex right up to their last breath. It's the way to go. Sex is no longer the indulgence of the young. Nowadays, it is people over 50 who are having the most sex. With demographic shifts, high divorce rates and early retirement, the erstwhile golden generation of Sixties swingers who let it all hang out are now the "silver singles" (as they are called in America). The preoccupations of their youth have been sustained through their later years by medical enhancements. The wet dreams of 60-year-olds, who turned on to chemical enhancement in the Sixties, are a manifest example of future normality for us all.
What Viagra actually treats is loss of male power. In a confusing, depersonalising world busy reassigning status, regendering the social order, manipulating the ever-increasing demands of a commodified existence, sexual potency is the last bastion. Men, who have lost status and power almost everywhere, from workplace to home, must repair to the bedroom. Only there can they find the redemption of their true nature.
However, in an age of sexual equality, men cannot be left alone with their predicament. The other half of humanity, too, finds it is not exempt from malfunction. Just a few months ago, the disease "female sexual dysfunction" hit the headlines. But female sexuality being what it is, women probably need something more than a pill. Simple enhanced blood flow, as laboratory tests have shown, is not good enough. So a female Viagra won't do the job as well as a vibrator or a dildo - soon to be widely and cheaply available from a Boots near you. A vibrator outperforms even a man on Viagra.
More serious aids to female performance are in the pipeline. In the next few years, patches and drugs to enhance vaginal lubrication and sensitivity will become available. A US surgeon has already patented a pacemaker-sized device which, implanted under the skin, triggers an orgasm. Last month, clinical trials for the device were approved by the US Food and Drug Administration. Within a decade, it will be normal for every woman to have a perpetual orgasm whenever she wants it, wherever she needs it.
Love, too, will be available on demand. Recent research on love suggests that it consists of three basic biochemical elements. First, testosterone - which produces lust. Second, a group of amphetamine-like chemicals (dopamine, noradrenaline and phenylethylamine) produces feelings of euphoria that lead to infatuation. Third, if a relationship survives the first two rushes, a new biochemical response emerges, based on oxytocin, vasopressin and endorphins. This produces feelings of intimacy, trust and affection. Pharmaceutical companies are currently working on this third phase. So a "love pill" that modulates your subtler emotions and takes you straight to deep feelings of intimacy, trust and affection is just over the horizon. Science will fulfil the fairy tale. It will come up with a genuine love potion.
The sexual liberation of every woman and man approaches its apotheosis: availability on demand with peak performance, assured gratification and enduring emotion. But much more has been let out of the bottle. The physical and psychological barriers to sex, identified as the ultimate metaphor for all the ills of humanity, had to be overcome. The consequence is that most sexual taboos have evaporated. No matter how dark your thoughts, how unethical your desires, how absurd your fetish, everything is normal. Your desire to dress up as a stuffed toy, your dreams of having sex with obese or dead people, your obsession with plastic or rubber, your fixation with asphyxiation - all that is sexually driven is OK.
Pornography's status as a taboo is rapidly disappearing. It has become part of the mainstream of western culture. Ancient Egyptians, Greeks and Romans had their erotica as esoterica on scrolls, pottery and frescos. Hindus have their erotic sculptures on temples. But in western culture pornography in unparalleled quantities and forms is communicated in every mass medium. Never before in history has there been so much pornography to be had by so many in such numerous ways.
Everyone is now just a click away from explicit, hard-core material. It is impossible to miss pornography on the internet because it seeks you out persistently, unannounced, at every opportunity. It is there on Channels 4 and 5, Sky and innumerable digital channels every night.
On MTV's reality show The Real World, you can witness bisexual group sex. Explicit sex, including shots of erect penises, can be viewed on Sky's revisionist western drama Deadwood. Michael Winterbottom's 9 Songs, which will go on general release shortly, offers a stream of close-ups of intercourse, fellatio, ejaculation and cunnilingus. The French art-house director Catherine Breillat has pioneered the transfer of porn stars into mainstream cinema. Her new film, Anatomy of Hell, is as graphic as it is bizarre. And if that doesn't satisfy you, you can go to a new breed of "pornaoke bars", just opened in Edinburgh, where you can groan and grind karaoke-style to porno tapes.
When pornography becomes normal, where will we go next?
There are only two taboos left: sex with children, and incest. Attempts to "normalise" paedophilia have begun. A thesis by Richard Yuill, awarded a PhD by Glasgow University in December 2004, suggests that sex between adults and minors is a good and positive thing. Yuill's research, based on interviews with paedophiles and their victims, "challenges the assumption" that paedophiles are inherently abusive. It is only a matter of time before other academics start arguing that incest, too, is decent and wholesome. Graphic art films and television documentaries will follow. The organisations campaigning for the rights of paedophiles will have their case for "normality" made for them.
They may then be able to take their place among the bewildering array of sexual orientations already being normalised. Once upon a time, there were heterosexuals and the love that dared not speak its name. Gay men and lesbians have long since lost their reticence. Then bisexuals, transsexuals and the "kinky" found their identity. Now we have intersexuals and the polyamorous. A few months ago, New Scientist announced the discovery, in breathless prose, of asexuals. These folk don't like to have sex - horror of horrors - with anybody. There are even orientations within orientations. So we have such self-definition as non-op transsexual, TG butch, femme queen, gender-queer, cross-dresser, third gender, drag king or queen and transboy. In one recent episode of Channel 5's CSI: crime scene investigation, a murder victim was said to be part of a community of "plushies", people who enjoy sex while dressed up as stuffed animals.
It is now normal to have your breasts removed or added to, have new genitals constructed, or sprinkle a dash of hormones for the appropriate, desired effect. Things are about to become even more complex. Within a decade or so, you will be able to modify your body almost totally, as you wish. You will be able to turn off all physical signs of gender, switch off the hormones and get rid of all secondary sexual characteristics. Then you can add on the bits you wish and "sculpt" your body in any shape you like. When gene therapy becomes common, things will be even easier. Already, there are people who are experimenting with this; and a "body-mod" subculture is thriving on the internet.
What you can't do in reality will soon be available in simulation. The emerging technology of haptics, or the telecommunication of sensation using a computer interface, will enable you to live your most horrific dreams in virtual reality. Haptic technologies simulate physical sensation of real objects and feed them to the user. The first generation of haptic technology can be experienced in certain video games for the Sony PlayStation where the joystick is used to simulate vibrations. The next generation, on its way from Rutgers University, will simulate pressure, texture and heat. Combine this with state-of-the-art graphics and some innovative software and you have a complete pornographic universe. As Eric Garland points out in the December 2004 issue of the American magazine The Futurist, among its first uses could be "pornography involving children and featuring violence". But what's the harm, as it is only a digitised child?
Am I the only person to wonder if the constant shifting of the boundaries of the normal, while increasing our obsession with sex, has really improved our sex lives? On the contrary, I would argue, it has led to a decline in real sex. Genuine intimacy cannot be generated through a pill. Neither can sincere, unconditional love be simulated. When sex is reduced to mechanics and endurance, there is little to differentiate it from plumbing and maintenance. When gender becomes meaningless, sex becomes empty. When sexual choice becomes an end in itself, then the end is destined to be tragic.
Sex used to be intercourse because it was part of a context, a loving relationship. When sex is just sex, without any context, what good does it do you? That is the crux of the problem. It becomes the ultimate narcissism, the sole gratification of self-love.
Welcome to the masturbatory society.
_____
Ziauddin Sardar is editor of Futures, the monthly journal of policy, planning and futures studies.
http://www.newstatesman.com/200501010019

12/16/2004

Comunicacao Tambem Eh Informacao

Uma das consequencias ruins da onda de comunicacao baseada em estilo de vida, cujo principal exemplo eh a Nike, eh de ter colocado de lado a comunicacao que cuida da informacao sobre o produto. Uma marca soh pode ter um estilo de vida associado com ela, enquanto seus produtos podem ser vendidos para segmentos totalmente diferentes. Um bom exemplo eh o dos telefones celulares. Olhando a comunicacao, parece que Nokia ou Motorola sao marcas dirigidas para jovens de 20 anos, modelos e participantes de festas "rave". O diretor de marketing manda comprar 5 paginas na Veja e o consumidor veh 5 fotos enormes de modelos lindas uma atras da outra. A unica informacao sobre o produto eh que o nome eh Nokia 6657654, Nokia 756565, etc. Hmmm...nao ajuda muito na hora de comprar, primeiro porque nao sei se o 76565e5 é o modelo para mim. Alem disso, como as campanhas sao identicas, nao ha diferenciacao de marca. Sem falar que passei dos 20 faz tempo. Um sopro de ar fresco chega agora com um estudo da empresa de design Alloy: http://wired.com/news/wireless/0,1382,66027,00.html?tw=wn_tophead_6 Eles identificaram segmentos de consumidores e descobriram que suas necessidades em termos de celulares sao diferentes (eu sei, descobriram a America...mas os fabricantes ainda nao). Alguns querem um celular simples, soh para falar (minha mae, por exemplo). Os mais velhos, um celular com os botoes grandes. Os mais high-tech, um celular com um PDA bom para o trabalho que desatacha quando voce soh precisa do telefone (quando vai comprar pao na padaria). Eh super obvio, nao ? Entao porque nao fazem ? Alem de produzir esses aparelhos, eu recomendo comunicar. Explicar o que cada um faz, porque nao dah para depender de vendedores de lojas que geralmente nao sabem de nada e tentam empurrar o produto mais caro. Comunicacao nao eh soh estilo de vida, eh informacao. OK, pode usar a Giselle Bundchen no anuncio.

11/24/2004

MotoENrola

Mais um caso que faz o marketing encarar a realidade. A Motorola tem estado na midia de maneira forte, com uma campanha de rejuvenescimento de marca global. Sera que funciona? Uma coisa eu sei: campanha nenhuma salva uma marca quando os produtos e os servicos da empresa sao ruins. Ha pouco mais de um ano, a TIM lançou uma promoção na qual eram fornecidos aparelhos Motorola 333 na compra de um plano. Uma ano depois, vai ser difícil achar alguém com esse aparelho em funcionamento, já que a bateria pifa e não recarrega mais. Pior, a bateria é interna e não pode ser trocada. Conheço várias pessoas que jogaram o aparelho no lixo. Mandei por duas vezes o aparelho para o conserto e ele voltou com o mesmo defeito. Desisti, mas não compro nada da MotoENrola nunca mais. Pela milésima vez, esta é a principal mensagem que tentamos passar no Pensando Marketing: não adianta campanha " cool", não adianta patrocinar a MTV, se não se aplicar marketing na cadeia de contatos com o consumidor. Neste caso, a solução é óbvia: um recall total na série de aparelhos que vieram com defeito.

Pensando Marketing

O endereço oficial do site Pensando Marketing é: www.pensandomarketing.com